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quarta-feira, 30 de julho de 2008

Fechamento (futuro)


O índice teve grande alta, com pequeno patamar no início da tarde e fechamento na máxima. A linha de resistência já está mais próxima, o volume melhorou um pouco e os indicadores ainda estão firmes, mas o IFR já chegou a um valor elevado e o DCCI recuou em direção à sua média, o que pode significar alguma realização amanha.

Corretoras internacionais, fim do dia

Vendas líquidas - R$ 531 MM (Credit - 183, Hedg Griffo - 235...).
Compras líquidas +R$ 313 MM (JPMorgan + 120, Merr Lynch + 90).
Saldo vendedor do dia; - R$ 218 MM

Corretoras internacionais, 15:45 h

Continua e mais forte o saldo vendedor líquido, ainda puxado por Credit Suisse (- R$ 111 MM) e sua filial Hedging Griffo (- R$ 180 MM), sendo que o Credit Suisse andou comprando semana passada e pode estar apenas realizando. Saldo das vendas - R$ 347 MM. Compras líquidas de + R$ 212 MM (Merrill Lynch + R$ 72 MM). Morgan Stanley deve ter cansado, está praticamente zerado.

O Comentário de fechamento de hoje sairá mais tarde.

Corretoras internacionais, 13:30 h

Credit Suisse (- R$ 91 MM) e sua filial Hedging Griffo (- R$ 110 MM) estão com as baterias acesas e fazem quase todas as vendas líquidas até agora (total -R$ 227 MM), enquanto que as compras líquidas somam + R$ 152 MM (Merrill Lynch + 56).

Abertura

O mercado americano teve um forte repique ontem, recuperando as baixas também fortes da véspera, na verdade sem que nada de especial tivesse acontecido. Hoje, os futuros oscilam em torno da estabilidade. Na Ásia, os mercados estiveram animados, impulsionados pela melhoria do dólar que favorece as exportações da região; o Nikkei225 ganhou 1,58%. Na Europa, as blue chips sobem por volta de 1% (Stoxx50), também com destaque para o setor exportador. Por aqui, o volume continuou baixo, mas o mercado repicou, confirmando a suspeita de que ao derrubada na meia-hora final de segunda-feira havia sido falsa...Hoje, o Fut. Agosto está começando com alta de 0,8% no pré-pregão. Houve nova diminuição nas posições de aluguel de ações, o giro das corretoras internacionais foi menor (ainda que levemente vendedor), sendo certo que os investidores estrangeiros continuam a disfarçar, desviando parte de suas ordens para corretoras nacionais, especialmente uma de grande banco. A queda no movimento, comum nas férias do meio do ano, sinaliza também algum esgotamento temporário da escala de derrubadas. Mesmo assim, a pressão em Petrobrás se manteve, em parte pela mentira de que a queda do preço do barril lhe é prejudicial, em parte por conta de fantasmas levantados quanto ao futuro do pré-sal.

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