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terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Corretoras internacionais, final do dia

Apesar da alta expressiva, o volume não foi grande hoje e os saldos destas corretoras foram reduzidos: na compra, +R$ 84 MM (Credit Suisse +44) e na venda, - R$ 130 MM (Pactual - 50), ficando um saldo vendedor de - R$ 46 MM.

Fechamento (futuro)


Abrindo em alta, ao contrário do fechamento anterior, o índice subiu até o início da tarde, teve uma acomodação e voltou a subir no final, com 75 mil contratos negociados. Os indicadores tiveram movimentação semelhante e fecharam acima de suas médias móveis. O mercado segue indefinido.

Abertura

O mercado americano está imaginando que o Fed, não podendo mais baixar os juros básicos (quase zero já), irá recomprar maciçamente títulos federais e com isso, os juros no mercado aberto estão tendo nova queda, ainda mais espetacular (10 anos: 2,48% a.a., vindo de 2,79% na segunda-feira passada). Isso segue enfraquecendo o dólar e dando algum reajuste nas mercadorias, que andam abaladas pelas fracas perspectivas de demanda. Ao fundo, ainda o escândalo financeiro Madoff, cujo montante estimado parece exagerado até agora. No Japão, o Nikkei225 perdeu 1,11%, enquanto quem tanto na Europa (Stoxx50) como nos Estados Unidos (futuro do S&P500), há ganhos de cerca de 0,3% até o momento, depois de um fechamento mais fraco ontem. Por aqui, a Bovespa teve um dia muito fraco, apesar de importantes recompras nas blue chips por parte da turma que vinha operando na venda. Em meio a um cenário tido como negativo, a Vale anunciou ter feito nova joint venture para explorar cobre na África. No pré-pregão, no Fut. Dezembro, que vence amanhã e ainda tem 84 mil contratos em aberto, poucos negócios vão promovendo uma puxada de surpresa, alimentando uma alta já de 2%.

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