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terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Corretoras internacionais, final do dia

O grupo se manteve na venda, com valores menores do que ontem: na venda, - R$ 168 MM (Credit Suisse - 92) e na compra +R$ 63 MM (Citi + 28), restando um saldo vendedor final de - R$ 105 MM.

Fechamento (futuro)


Abrindo ainda em baixa, rapidamente o índice confirmou o previsto, repicando com alguma intensidade e voltando a ceder no final, mas mantendo-se acima da média móvel de 200 barras. A média móvel de 21 barras serviu agora de resistência e o movimento subiu para 67 mil contratos. Os indicadores subiram e se mantiveram firmes, sugerindo que o repique possa ser consolidado amanhã.

Abertura

Os mercados globais continuam passando por momentos de pessimismo, ainda que sem novos fatos estejam sendo divulgados: no Japão, o Nikkei225 perdeu 4,78%, na volta de mais um feriado, enquanto que na Europa o Stoxx50 vai recuando perto de 2,5%. Nos Estados Unidos, os futuros estão em baixa de 0,7% até agora e o dólar segue ganhando entre as moedas. Com isso e mais a atmosfera de preocupações, a maioria das comodities vai se ajustando para baixo. Por aqui, a Bovespa teve um dia bem fraco ontem, com destaque para as corretoras internacionais de sempre, que voltaram a vender grandes lotes das blue chips, no caso de PETR4 usando de ações alugadas em parte. Hoje, no pré-pregão, o Fut. Fevereiro está perdendo perto de 1,4%, com dois mil contratos negociados até agora, podendo surpreender com algum repique, pela posição dos indicadores intraday.

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