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segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Fechamento (futuro)


Ainda com movimento fraco (67 mil contratos), o índice prosseguiu com a consolidação do rompimento da linha de baixa mais recente, que vem desde meados de setembro. Os indicadores andaram mais devagar, não estão muito afastados de suas médias móveis, mas há espaço ainda para o prosseguimento do repique.

Corretoras internacionais, às 16:37 h

Num dia de fraco movimento, estas corretoras estãopouco ativas também: na compra, apenas Pactual (+56) e JPMorgan (+3), somando + R$ 59 MM; as demais estão todas na venda (Morgan Stanley - 61), somando - R$ 126 MM. )O saldo vendedor está em -= R$ 67 MM.

Abertura

Mantendo ambiente calmo, os mercados globais seguem consolidando um repique: na Ásia, fortes altas na maioria dos mercados (no Japão, feriado). Na Europa, índices regionais em alta, as blue chips do Stoxx50 praticamente estáveis até agora. Nos Estados Unidos, em véspera das eleições, os futuros sobem cerca de 0,6% em média. Por aqui, o mês de outubro terminou com perdas de 24,8% para o Ibovespa, depois de ganhos de 18,9% na semana passada; os estrangeiros venderam mais de R$ 5 bilhões líquidos e ainda seguem naquelas estranhas manobras de fortes giros diários, feitos inclusive por corretoras nacionais (para disfarçar?) e ainda com o uso de ações alugadas. Por questões políticas, vários mercados mundiais começam a apertar o cerco a esse tipo de operações e essa é a causa apontada como principal para o atual repique. No Congresso, há projetos nesse sentido, ainda que o problema não seja das operações em si e sim do uso ilícito de algumas de suas modalidades, não contido pela fiscalização. No pré-pregão, com movimento pequeno, o Fut. Dezembro sobe perto de 1,5%.

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