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sábado, 29 de novembro de 2008

Verdades e Mentiras da Bolsa

Está disponível em Verdades e Mentiras da Bolsa , a Edição 415 desta carta semanal de investimentos, com os seguintes assuntos:

"O foco da solução", sobre os acontecimentos da semana;
"O Rally de Natal" , na seção de análise técnica.

Estão de volta o "Curso Avançado", em formato de consultoria (para quem opera em homebroker) e o "Curso de Introdução à Análise Técnica por e-mail".

Relançada também a administração de carteiras individuais, com diálogo permanente.

Ainda os destaques da semana (JBS on, Tim Part S.A. on e Telesp pn).

Comentários sobre todas essa matérias podem ser feitos aqui no Blog.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Corretoras internacionais, final do dia

Num dia de movimento regular, estas corretoras estiveram francamente na compra (ou recompra) com saldo final de +R$ 230 MM (Morgan Stanley +88, Pactual +52), com escassos saldos vendedores de - R$ 34 MM (Brascan - 17), dseixando um saldo comprador geral de + R$ 196 MM.

Fechamento (futuro)


Num dia de apenas 34 mil contratos negociados, o índice teve hesitaçã0o no pré-pregão, mas logo pegou impulso, subindo até o início da tarde e estabilizando, recuando um pouco na hora final, ficando quase na cotação do à vista, restando ainda 19 dias para o vencimento. A movimentação ainda está em torno da média móvel de 200 barras, que é uma representação teórica de tendências primárias. Os indicadores ficaram enroscados em suas médias móveis e cederam também no final. Mercado indefinido.

Abertura

Na volta do feriado, num dia enforcado em que a grande atração são as compras de fim de ano, os juros caíram ainda mais no mercado aberto americano (10 anos: 2,94% a.a.), porém o dólar até está repicando ligeiramente entre as moedas. As comodities não apresentam grandes alterações e o futuro do S&P500 perde cerca de 0,5%, num dia que promete pequena liquidez. No Japão, o Nikkei225 teve mais uma alta (+ 1,66%) e na Europa, o Stoxx50 perde cerca de 0,3% e está melhorando na última meia-hora. Por aqui, a Bovespa teve movimento mínimo e o único destaque foi a pressão da corretora internacional na venda em Petrobrás, apoiada numa estranha e infundada denúncia de problema de liquidez na empresa feita por senadores da Oposição e em esclarecimentos pouco claros da empresa. Mesmo assim, o saldo de ações preferenciais alugadas foi reduzido ontem em quase 10%... No pré-pregão, o Fut. Dezembro perde cerca de 1,6% com poucos negócios.

Sobre a Petrobrás

Custa a crer que grandes bancos nacionais e internacionais tenham emprestado ao grupo Oi R$ 2 bilhões (ontem) e pudessem ter restrições a emprestar a mesma quantia à Petrobrás...O que não quer dizer que não se indague a respeito da operação com a Caixa.

A diferença a mais entre o passivo e o ativo circulantes existe há anos na Petrobrás e é constituída, em sua maior parte, por dívidas dentro do grupo da empresa, tanto que a situação no consolidado é totalmente inversa.

Isso torna mais estranha a coincidência da súbita preocupação dos senadores da Oposição com a existência de um recente ataque especulativo contra a cotação das ações da companhia, a partir do exato dia de divulgação de seu resultado trimestral recorde: relatórios negativos foram distribuídos e um enorme saldo de ações foi alugado ás pressas para alimentar pesadas vendas a descoberto, agora auxiliadas por essas acusações da existência de um "grave problema de liquidez"...

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Corretoras internacionais, final do dia

Num dia quase parado, os saldos foram pequenos e equilibrados: compradores + R$ 57 MM (Pctual + 29) e vendedores - R$ 44 MM (Citi - 22), ficando um saldo comprador de + R$ 13 MM.

Fechamento (futuro)


Com movimento muito reduzido (volume ainda não divulgado), o índice esteve todo o dia de lado, em torno da média móvel de 200 barras e pouco acima da linha do parabólico. Os indicadores também flutuaram lateralmente e o mercadso ficou indefinido para amanhã, estando mantida a figura de ilha de reversão, um forte sinal altista.

Petrobras

A empresa enviou a Bovespa o seguinte comunicado:

Rio de Janeiro, 27 de novembro de 2008 – PETROLEO BRASILEIRO S/A - PETROBRAS,
[Bovespa: PETR3/PETR4, NYSE: PBR/PBRA, Latibex: XPBR/XPBRA, BCBA: APBR/APBRA],
uma companhia brasileira de energia com atuacao internacional, a respeito de
materias publicadas hoje nos Jornais O Globo e Valor Economico, sobre a saude
financeira da Companhia esclarece:

O Plano de Negocios 2008 - 2012, preve investimentos de US 112,4 bilhoes (media
anual de US$ 22,5 bilhoes), com necessidade de captacoes medias anuais de US$
4,0 bilhoes.

Com uma extensa carteira de projetos e excelentes perspectivas de crescimento, a
Petrobras vem aumentando fortemente seus investimentos. Ate setembro, no sistema
Petrobras, foram investidos US$ 20,2 bilhoes (resultados em conformidade com a
legislacao brasileira convertido pelo dolar medio do periodo), um crescimento de
32% (em dolar) em relacao ao mesmo periodo do ano anterior.

No curso de suas atividades operacionais e financeiras a Petrobras sempre acessa
os mercados de capitais e bancarios nacionais e internacionais. A Companhia
sempre analisa todas as alternativas de financiamento, buscando sempre as opcoes
mais adequadas ao perfil de sua divida, seja na parte de custos como nos prazos.

Em virtude das condicoes atuais do mercado financeiro internacional e a solidez
do Sistema Financeiro Nacional, as Companhias brasileiras, incluindo a
Petrobras, vem utilizando com maior frequencia o mercado domestico, para suprir
suas necessidades normais de financiamentos. Alem disso, a evolucao do cambio
propicia melhores condicoes para captacoes no mercado interno, diminuindo a
exposicao da empresa a dividas em dolar.

Os Lucros recordes no 3T08 e nos 9M08 foram obtidos pelos excelentes resultados
operacionais (aumento da producao de oleo e gas natural, aumento da venda dos
derivados e melhores precos). Ate setembro a geracao de caixa em suas atividades
operacionais totalizaram R$ 34,7 bilhoes mais R$ 4,4 bilhoes em financiamentos
liquidos. Foram utilizados R$ 35,2 bilhoes em atividades de Investimento e
pagamento de R$ 6,2 bilhoes em dividendos, resultando em uma geracao liquida
negativa de R$ 2,3 bilhoes e um caixa de R$ 10,8 bilhoes no final de setembro.
Esses valores fazem parte das demonstracoes contabeis da Companhia, arquivada na
Comissao de Valores Mobiliarios e amplamente divulgadas ao mercado.

Porem parte do aumento no lucro liquido e reflexo da valorizacao do dolar. No
3T08 houve um ganho financeiro de R$ 3,5 bilhoes (variacoes cambiais sobre os
ativos liquidos expostos) contra uma perda de R$ 1,2 bilhoes no 2T08, sem
contudo representar maior geracao de caixa para a Companhia.

Em outubro, a Companhia teve maiores gastos com impostos e taxas, com o
recolhimento de mais de R$ 11,4 bilhoes no mes. Parte desses pagamentos
refere-se ao Imposto de Renda e Contribuicao Social sobre o Lucro, devido ao
maior Lucro Liquido apurado no 3T08 e participacoes especiais calculadas com
base no valor de pico do preco do petroleo. O Faturamento Bruto mensal medio nos
9 primeiros meses do ano foi de R$ 17,3 bilhoes.

E importante ressaltar que as captacoes efetuadas fazem parte do curso normal
das atividades da Cia, que apresenta hoje baixos niveis de alavancagem
financeira, permitindo aumento de captacoes sem comprometer a estrutura otima de
capital e a financiabilidade de seus projetos.

Abertura

No feriado americano, os mercados globais continuam em repique, enquanto se multiplicam as medidas que visam a recuperação das economias, como redução de juros, ajuda no crédito e na liquidez: no Japão, o Nikkei225 ganhou 1,95% e na Europa, o Stoxx50 vai subindo 1,55%. Não obstante, o dólar continua fraco entre as moedas, já que os juros americanos no mercado aberto ainda seguiram caindo (10 anos: 2,98% a.a.). Todos estes fatos mantém repique também na maioria das comodities. Por aqui, a Bovespa operou em forte alta e grande volume, novamente descolada dos índices americanos que só melhoraram no final do pregão. O saldo das corretoras internacionais continua comprador, mas o saldo de ações alugadas não diminuiu, o de Petrobrás até aumentou. Quanto a isso, continuam a crescer boatos de que viria uma “notícia ruim”, falam numa perda não provisionada de R$ 5 bilhões, houve o episódio do pedido de empréstimo à Caixa de R$ 2 bilhões (a Petrobrás fatura R$ 20 bilhões por mês...), que provocou “denúncia” da oposição no Senado ontem á noite. A empresa tem minimizado esses rumores e divulgado novas descobertas. No pré-pregão, o Fut. Dezembro está com raros negócios e vai perdendo 0,8% e o dia promete pouca atividade.

Feriado nos futuros

"CHICAGO, Nov. 19 /PRNewswire-FirstCall/ -- CME Group, the world's largest and most diverse derivatives exchange, will close its trading floors on Thursday, November 27, in observance of Thanksgiving Day. On Wednesday, November 26, the trading floors will cease trading at noon for Foreign Exchange and Interest Rate Products only. On Friday, November 28, Commodities, GSCI, Weather, Real Estate and Metals Products close at noon (CME commodity options only close at 12:02 p.m.), while Equity Products close at 12:15 p.m. CST."

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Corretoras internacionais, final do dia

Mais um dia de compra (ou recompra), com os saldos compradores somando + R$ 273 MM (Morgan Stanley + 90, Credit Suisse +69), enquanto os saldos vendedores totalizaram - R$ 119 MM (Pactual - 64), sendo o saldo comperador final de +R$ 154 MM.

Fechamento (futuro)


Após uma hesitação inicial, que durou até as 12 horas, o índice operou em alta como esperado, negociando cerca de 76 mil contratos e voltando a testar a média móvel de 200 barras. Os indicadores estiveram firmes em alta e a figura de ilha de reversão vai sendo confirmada, esperando-se a continuação deste repique, com acomodações intraday.

Aluguel de ações

Abertura

Os juros voltaram a ceder no mercado aberto americano (10 anos: 3,02% a.a.) e com isso, o dólar enfraquece entre as moedas, ajustando para cima muitos preços de comodities. No Japão (Nikkei225 – 1,33%) e na Europa (Stoxx50 – 1,75%), por conta do fortalecimento das moedas locais e ainda depois de dois ou três dias de repique. Também o futuro do S&P500 cede cerca de 0,9%, até agora, em acomodação depois de três pregões mais firmes. Na China, os juros básicos foram reduzidos mais uma vez (em percentual bem maior) e houve ainda alguma liberação para o depósito compulsório bancário. Por aqui, a Bovespa operou em alta, descolada dos índices americanos, com volume regular e com a turma da baixa mais quieta, limitada a grandes giros intraday. Mesmo assim, ainda aumentou o saldo de ações da Petrobrás alugadas e ficou estável o de Vale...Não há informação adequada a esse respeito, apenas rumores (a redução de preço no querosene e no óleo combustível, divulgada ontem à noite, teria motivado a ação de alguns insiders, ao mesmo tempo nova descoberta foi anunciada...). No pré-pregão, o Fut. Dezembro está com poucos negócios e vai perdendo 0,8%, tendo aberto até mais para baixo.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Corretoras internacionais, final do dia

Com muito mais giro intraday e saldos menores, os compradores somaram +R$ 124 MM (JP Morgan + 48) e os vendedores - R$ 69 MM (Brascan - 23), deixando um saldo comprador de +R$ 55 MM.

Fechamento (futuro)


Como o previsto, o índice esticou o repique de ontem até o início da tarde, quando entrou em acomodação (chegando a ficar negativo), voltando a subir na hora final, com volume e intensidade. Os indicadores seguiram essa movimentação e terminaram acima de suas médias móveis. O volume foi melhor, cerca de 71 mil contratos. Mantido até agora o padrão de ilha de reversão, a perspectiva é de que a alta continue.

Abertura

Prossegue em todo o mundo, um movimento de repique nos mercados de ações, a maioria em situação de sobrevenda há tempos: no Japão, o Nikkei225 ganhou 5,22%, na Europa, o Stoxx50 vai subindo cerca de 0,7% e o futuro do S&P500 ganha pouco mais de 0,8%, até agora, tudo isso depois de um dia de fortes altas. Poucas alterações entre moedas e mercadorias, que estão mantendo mais ou menos as cotações de ontem. Por aqui, depois de cinco baixas seguidas, a Bovespa teve um repique bastante forte, com destaque para as recompras de corretoras internacionais que vinham derrubando o mercado. Entretanto, houve ao mesmo um enorme aumento de aluguel de ações da Petrobrás, cerca de 12 milhões de preferenciais e uns 4 milhões de ordinárias, papéis que tiveram altas consideráveis ontem. Isso pode significar nova tentativa de derrubada ainda hoje. No pré-pregão, o Fut.Dezembro sobe cerca de 1%, com movimento regular; este mercado vai encolhendo cada vez mais e tem apenas 90 mil contratos em aberto, metade do que havia há poucos meses atrás e, segundo a BM&F, os investidores não residentes estão mais comprados do que vendidos.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Corretoras internacionais, final do dia

Um dia de recompra forçada dos maiores vendedores (Credit Suisse + 156, Morgan Stanley + 135), perfazendo um total de +R$ 347 MM de saldos compradores, enquanto diversos vendedores somaram - R$ 121 MM (Pactual - 31), deixando um saldo comprador final de + R$ 226 MM.

Fechamento (futuro)


O índice abriu com grande gap para cima e seguiu firme até o final, deixando a flutuação de sexta-feira passada isolada por gaps, como se fosse uma ilha de reversão. O volume foi pequeno, em torno de 52 mil contratos. Os indicadores, que vinham há dias em divergência altista, subiram bastante, terminando acima de suas médias móveis. Foi um dia de corrida de vendidos, pode haver alguma acomodação, mas o quadro gráfico aponta para mais repiques.

Abertura

O inevitável socorro ao Citigroup pelo governo americano está servindo pretexto para mais uma virada nos mercados globais (se bem que o fechamento americano de sexta-feira já tinha revertido com força a baixa do dia...), que estão ocorrendo cada vez mais próximas umas das outras...Na Ásia, ainda houve baixas (no Japão, feriado), mas na Europa, o Stoxx50 das blue chips vai ganhando em torno de 4,2% e o futuro do SP&500 sobe quase 3%, até o momento. Os juros estabilizaram-se no open market, mas o dólar ainda perde um pouco entre as moedas, provocando altas corretivas em muitas mercadorias, como metais, metais preciosos e alimentos. Por aqui, a turma da baixa conseguiu derrubar fortemente a Bovespa na sexta-feira, apenas aproveitando a baixa liquidez com seus giros estranhos e sem precisar de qualquer novidade no noticiário para assustar os incautos. A virada em Wall Street, depois do fechamento de sexta e a alta que vai ocorrendo agora lá fora, vai apertá-los um pouco, pois o aluguel de ações ainda está com saldos altos. No pré-pregão, com volume regular, o Fut. Dezembro vai ganhando mais de 5%, mas como não há investigação sobre as operações, como a que está ocorrendo em New York e foi noticiada no Wall Street Journal (revelando como se fazem as manobras baixistas...) e ninguém parece se incomodar, certamente os esforços dos interessados vão se intensificar tentando derrubar as principais ações...

sábado, 22 de novembro de 2008

Verdades e Mentiras da Bolsa

Está disponível em Verdades e Mentiras da Bolsa , a Edição 414 desta carta semanal de investimentos, com os seguintes assuntos:

"Depenando os otários", sobre os acontecimentos da semana;
"O Ciclo desindexado" , na seção de análise técnica.

Estão de volta o "Curso Avançado", em formato de consultoria (para quem opera em homebroker) e o "Curso de Introdução à Análise Técnica por e-mail".

Relançada também a administração de carteiras individuais, com diálogo permanente.

Ainda os destaques da semana (Nossa Caixa on, Tran Paulista pn e Gafisa on).

Comentários sobre todas essa matérias podem ser feitos aqui no Blog.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Corretoras internacionais (final do dia)

Para descolar da alta do mercado americano e "colar"na baixa do final de quarta e do dia de ontem, o grupo pegou pesado na venda com - R$ 474 MM (Credit Suisse - 267), havendo poucos compradores com + R$ 55 MM (Merrill Lynch + 19),ficando o saldo vendedor em - R$ 419 MM.

Fechamento (futuro)


Com o menor movimento dos últimos tempos (45 mil contratos), o índice abriu com grande gap para baixo, tentou reagir, mas terminou mesmo em direção da mínima. Os indicadores seguem caindo menos (o DDCCi chegou a fechar acima de sua média móvel), mas o esquemão da derrubada domina o mercado e controla as oscilações.

Ranking de PETR4 e VALE5


Abertura

No final de num pregão sonolento, ontem nos Estados Unidos, em que os índices operavam perto da estabilidade, novamente fortes manobras baixistas levaram a perdas acima de 5% em poucos minutos...Hoje, os futuros repicam em torno de 3% e nenhuma grande notícia nova apareceu, nem ontem nem hoje...No Japão, o Nikkei225 ganhou 2,69% e o Stoxx50 das blue chips européias sobre cerca de 0,3% no momento. Os juros continuam desabando no open market (10 anos: 3,13% a.a. vindo de 3,44% anteontem), enfraquecendo um pouco o dólar e fazendo subir a maioria das comodities, especialmente os metais, enquanto o petróleo segue em torno de US5 50 o barril, as vezes mais baixo do que isso (WTI). Por aqui, a turma de malandros que tem se aproveitado dos otários diariamente, abriu o pré-pregão derrubando o Fut. Dezembro em cerca de 6%, com muitas trocas de boletos, para “adequar as cotações locais á baixa do final do pregão e,m Wall Street ontem...”. Como o público tem sido levado a acreditar que uma coisa depende da outra por profissionais ignorantes e alguns desonestos, apesar de farta informação disponível em sentido contrário, muita gente se assusta e acaba dando chance de recompra barata para os manipuladores, em vez de deixá-los entregue a sua própria sorte (ou azar, como vimos nos prejuízos que geraram em suas matrizes...). No momento, o futuro ainda perde 5,6%. A Petrobrás revelou novas descobertas no pré-sal do Espírito Santo e seus ADRs sobem bastante lá fora, o que certamente será ignorado com as desculpas mais esfarrapadas.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Corretoras internacionais (final do dia)

Saldos magros, ainda mais vendedores (- R$ 198 MM, Credit Suisse -64), com compradores de +R$ 85 MM (Hedging Griffo +33), saldo vemndedor final de - R$ 113 MM.

Fechamento (futuro)


O índice teve um breve período inicial de alta e voltou a cair, atingindo o mínimo desde o final de outubro (cobriu um gap do dia 28 para 29/out.). O volume foi ainda mais fraco (55 mil contratos) e tivemos assim a quarta baixa seguida, uma série já esticada. Os indicadores cairam menos e esboçaram uma divergência altista, que poderá ser confirmada no próximo pregão.

Abertura

Na falta de informações e orientações seguras, os mercados continuam extremamente nervosos e francamente dominados por uma espécie de jogo “rouba montes”, acionado por fortes grupos de especulação, para um lado e para o outro.. O tom geral é de mau humor, opera-se principalmente para baixo, em geral tentando uma contramão em relação ao noticiário. No mercado americano, há uma turma revertendo a tendência sempre na hora final de negócios, como foi o caso de ontem, onde o pretexto foi o de terem sido testados fundos relevantes...Boa parte desse forte ganho de última hora está sendo devolvido pelos futuros até agora (-1,2%), enquanto que o Nikkei225 terminou com – 0,67% e o Stoxx50 europeu vai perdendo cerca de 1,6% neste momento. Os juros caíram bem no open market americano (10 anos: 3,44% a.a. vindo de 3,80% a.a. na última sexta-feira), mas não há maiores repercussões entre as moedas e mesmo entre as comodities. Por aqui, sempre como volume pequeno e ainda alguma ampliação no aluguel de ações da Petrobrás e da Vale, a derrubada começou cedo, quando os índices americanos estavam em alta e isso animou muita gente a abrir daytrades na compra, apenas para ter que liquidá-los de qualquer maneira quando foi a vez de Wall Street ceder (e perdendo o repique de lá, depois do nosso fechamento...), levando a baixas enormes. Hoje, com poucos negócios, o Fut. Dezembro começou com mais de 1% de alta e ainda sobe cerca de 0,6%, em mais uma tática de operar na contramão. A Petrobrás desmentiu declarações de ontem atribuídas a um seu executivo quanto a uma possível redução de investimentos, dizendo que ainda não concluiu a revisão de seu Plano de Negócios . Essa foi uma das causas que a mídia escolheu para justificar a queda de ontem, já que há algum impedimento em atribuí-lo à causa real (a manipulação por bancos estrangeiros). Curiosamente, o principal investimento da companhia é a prospecção de petróleo, que é um dos itens mais pesados dos seus custos e despesas correntes, ou seja, a redução de investimentos pode ser boa para a empresa sob todos os aspectos, inclusive porque os recursos naturais ficam naturalmente estocados pela natureza...

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Corretoras internacionais, final do dia

Saldos pequenos, predominantemente vendedores (- R$190 MM, Credit - 86), enquanto que foram poucos os compradores (+ R$ 23 MM, Pactual +8), ficando um saldo vendedor de - R$ 167 MM.

Fechamento (futuro)


O BLOG esteve em manutenção hoje, até agora.


O índice já abriu pressionado para baixo (gap), reagiu logo a seguir para cobri-lo, mas foi enfraquecendo até despencar na hora final em direção às mínimas. O movimento foi regular para a atualidade (76 mil contratos), até porque o volume á vista foi escasso e pegou muita gente numa armadilha (o mercado americano esteve em alta até o meio da tarde, o que fez serem abertos muitos daytrades, liquidados às pressas no final. Os indicadores estiveram fracos por todo o dia, sempre abaixo de suas médias móveis, sugerindo mais baixa para amanhã, lembrando sempre que passamos tempos estranhos onde, mais do que nunca, tudo pode acontecer no curto prazo.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Ranking de PETR4


Do final do dia, muito giro como sempre:

Corretoras internacionais, final do dia

Saldos moderados, mais vendedores com - R$267 MM (JPMOrgan - 197, Credit - 78), enquanto que os compradores somavam + R$ 132 MM (Pactual + 94), deixando um saldo vendedor de - R$ 135 MM.

Fechamento (futuro)


Abrindo com gap para baixo, em manobra feita com pouco volume (no dia, negociou 65 mil contratos), o índice começou a se recuperar quando se encerrou o fraquíssimo exercício de opções, voltando a ceder um pouco na hora final. Os indicadores, dessa maneira, terminaram acima de suas médias móveis, em mais um dia no qual o mercado se revela mais firme do que os índices americanos ou do que se pensava na baretura... Mesmo assim, a situação ainda não se definiu.

Balancetes 9 meses

Abertura

A semana passada terminou extremamente nervosa, com fortes oscilações intraday nos mercados e ainda perdas nas cotações. Esta semana começa sem notícias de impacto da reunião do G-20 e um festival de constatações de levíssimas recessões em muitos países (como não apareceu a “pior crise desde 1929”, somos ameaçados com a sua chegada nos próximos meses...). Mesmo assim, na Ásia o ambiente esteve um pouco melhor, com o Nikkei225 subindo 0,71%. Na Europa (Stoxx50 – 1,7%) e entre os futuros americanos (perdendo cerca de 0,7% até agora), a atmosfera está mais carregada por enquanto. Poucas alterações acontecem entre as moedas e as mercadorias. Por aqui, o volume está cada vez menor, facilitando o trabalho da turma da baixa, que tem aumentado o aluguel de ações e mantido seu giro para baixo, o que é sempre explicado como “preocupações com a recessão externa” e graves entrevistas prevendo que a recessão também poderá chegar no Brasil...No pré-pregão, em dia de vencimento de opções já bastante esvaziado, o Fut. Dezembro está sendo derrubado em cerca de 3,4%, com escassos negócios, já tendo seu saldo em aberto reduzido para 93 mil contratos, metade do que era há cerca de uma ano atrás. Encerra-se hoje o prazo regulamentar para a entrega de balancetes trimestrais fechados em 30 de setembro e a surpresa veio com a CSN, que apresentou cifras operacionais recordes e um enorme prejuízo de R$ 1,3 bilhões por conta de aposta em seus próprios ADRs, da qual não se tinha notícia até agora...

sábado, 15 de novembro de 2008

Verdades e Mentiras da Bolsa

Está disponível em Verdades e Mentiras da Bolsa , a Edição 413 desta carta semanal de investimentos, com os seguintes assuntos:

"O trimestral da Petrobrás", sobre os acontecimentos da semana;
"A derrubada da PETR4" , na seção de análise técnica.

Estão de volta o "Curso Avançado", em formato de consultoria (para quem opera em homebroker) e o "Curso de Introdução à Análise Técnica por e-mail".

Relançada também a administração de carteiras individuais, com diálogo permanente.

Ainda os destaques da semana (Souza Cruz on, Cesp pnb e Gafisa on).

Comentários sobre todas essa matérias podem ser feitos aqui no Blog.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Fechamento (futuro)


Como ontem, um fraco movimento no à vista e 73 mil contratos no futuro; uma abertura em alta logo foi substituida por monótona baixa e mais uma vez, uma reação no final. Os indicadores ficaram de lado, alternando altas e baixas, ficando acima das médias móveis no final. Mercado indefinido.

Ranking de PETR4


Depois dos solavancos de ontem, a turma está cautelosa e quase todos os principais operadores estão apenas no giro, inclusive o Credit Suisse.

Balancetes 9 meses

Abertura

Ao testar os mais recentes fundos relevantes, os índices americanos tiveram um inesperadamente forte repique, que dá bem a medida dos exageros que seguem acontecendo nos mercados. Por trás disso, a pouca clareza das informações que são divulgadas sobre a conjuntura e continuam as trapalhadas dos Governos em todo o mundo, responsáveis por boa parte do que aconteceu (frouxidão monetária, ausência de fiscalização) e tidos agora como “a única solução”, quando na verdade, continuam a ser o problema...Os mercados asiáticos (Nikkei225 + 2,72%) e europeu (Stoxx50 + 2,85%) repercutem o repique americano, enquanto que nos Estados Unidos, os futuros operam com baixa em torno de 0,8%, consolidando os fortes ganhos do final de ontem. Como o dólar cedeu um pouco entre as moedas, a maioria das comodities segue apresentando alguma recuperação. Por aqui, o volume foi pequeno, ainda que os derrubadores de Petrobrás e Vale ainda acrescentassem esforços na sua manobra baixista, sendo surpreendidos com a virada americana e tornando-se alvo fácil para serem apertados, como sugerem os rumores nas mesas... No pré-pregão, o Fut. Dezembro vai ganhando perto de 2% com movimento regular.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Fechamento (futuro)


Num dia nervoso (105 mil contratos), o índice teve breve alta inicial, voltou a ceder e nas horas finais, alternou baixas e altas, para fechar perto do máximo.
Os indicadores seguiram isso, serpenteando em torno de suas médias móveis, fechando bem acima delas, mas o mercado ainda está indefinido.

Corretoras internacionais, às 15:42 h

Hoje, saldos modestos: compradores + R$ 56 MM (Morgan Stanley, quem diria, + 33) e vendedores - R$ 95 MM (Credit Suisse -35), saldo vendedor líquido de - R$ 39 MM.

Abertura

A especulação continuou derrubando os mercados ontem, enquanto a mídia apresenta as explicações mais ridículas para o ocorrido, como a “preocupação com a economia” (depois de se ameaçar com a “pior depressão desde 1929” há mais de um ano, agora é que os investidores estariam preocupados, justamente quando os governos despejam bilhões em todo mundo para apoio das atividades...). Na Ásia, a baixa que teve aspectos de pânico, continuou hoje de modo geral (no Japão, Nikkei225 – 5,25%). Na Europa, as blue chips do Stoxxs50 abriram em baixa e caminham agora para a estabilidade e o mesmo acontece com os futuros americanos, no momento subindo em torno de 0,3%. Por aqui, uma óbvia manobra baixista (centrada em Petrobrás, sobre cujo lucro recorde logo apareceram relatórios tentando desmerecê-lo...), começou no pré-pregão, como comentamos, e se acelerou durante o dia, aproveitando a piora dos índices americanos. Duas ou três corretoras internacionais, cujas matrizes tinham quedas espetaculares lá fora, detonavam papel alugado e giravam grandes lotes em arbitragem com os ADRs, em transações que valeria a pena fiscalizar . Com isso, chegou-se a baixas absurdas para todo o mercado. No pré-pregão de hoje, como se fosse a coisa mais natural do mundo e sem qualquer novidade, o Fut.Dezembro sobe 0,4%, com volume regular.

Balancetes 9 meses

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Fechamento (futuro)



Numa manobra baixista bem combinada, o índice já abriu pressionado na venda quando os mercados externos operavam em alta, esquema que ficou mais claro quando grandes lotes dos papéis principais passaram a ser desovados por duas corretoras internacionais, especialmente Petrobrás (uma das corretoras logo distribuiu análise negativa sobre o resultado recorde do trimestre...). Assim, o índice teve forte queda ao longo do dia, com grande volume de 114 mil contratos. Mesmo assim, a antiga linha de baixa ainda não foi tocada outra vez. Os indicadores cairam até o final, quando ensaiaram algum reação, mantendo o mercado indefinido.

Corretoras internacionais, às 15:17 h

Hoje, forte pressão vendedora em Petrobrás e saldo vendedor geral de - R$ 374 MM (Credit Suisse -149, JPMorgan - 103), enquanto que o saldo comprador anda em cerca de +R$ 77 MM (Merrill Lynch + 30), o saldo geral sendo vendedor em - R$ 297 MM.

Abertura

Sem qualquer notícia relevante nova, os mercados vão se recuperando hoje, ainda que na Ásia ainda tenham ocorrido baixas moderadas, como no Japão, onde o Nikkei225 cedeu 1,29%. Na Europa, o Stoxx50 abriu em baixa e já vai ganhando cerca de 0,8%, enquanto que acontece mais ou menos a mesma coisa entre os futuros americanos, ganhando agora cerca de 0,7%. O novo Dow Global, lançado ontem (média de 150 companhias de todo o mundo, inclusive a Petrobrás, onde 31/12/2000 = 1.000), está em 1.489, recuando cerca de 0,3% no momento. O dólar ganha entre as moedas, menos em relação ao yen, que ganha contra todas. As mercadorias recuam de modo geral, o petróleo para menos de US$ 60 (WTI). Por aqui, a Bovespa seguiu mostrando firmeza ontem, descolada do mercado americano e recebe substância técnica suplementar com a excelente média dos resultados trimestrais que vão sendo divulgados. Ontem, a Petrobrás divulgou lucro recorde (P/L 6) e mesmo a BMF Bovespa (P/L 16) teve lucro acima do esperado. No pré-pregão, depois de abertura em alta, o Fut. Dezembro está sendo pressionado pela venda de duas corretoras, em cima de um movimento pequeno, e apresenta queda agora de 0,6%, mas a situação poderá se inverter ao longo do dia.

Balancetes 9 meses

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Fechamento (futuro)



Num dia de baixo movimento no à vista, o índice até negociou 74 mil contratos, abrindo com gap para baixo, não perdendo muito mais depois da abertura, até repicar nas duas horas finais com alguma intensidade, voltando a se aproximar da média móvel de 200 barras. Os indicadores reagiram no final também e terminaram acima de suas médias móveis, prometendo mais repique para amanhã.

Corretoras internacionais, às 15:17 h

Hoje o movimento está ainda menor: compradores estão com +R$64 MM (Pactual +16) e os vendedores com - R$ 87 (Credit Suiisse - 43), o saldo vendedor sendo de -R$ 23 MM.

Balancetes 9 meses

Abertura

Em meio a muitas notícias corporativas negativas, o impacto favorável do plano de estímulo à economia chinesa se desfez ainda ontem e hoje, o pessimismo volta a aparecer nos mercados globais: no Japão, o Nikkei225 perdeu 3%, na Europa, o Stoxx50 vai perdendo 2,2% e os futuros americanos cedem em torno de 1,5%, até agora. A gangorra atinge ainda as moedas ( o dólar se valoriza com o noticiário ruim...) e as comodities (perdendo preço). Por aqui, a Bovespa mostrou alguma firmeza ontem, especialmente as principais ações, apesar de mais um dia de baixo volume, inclusive a Vale, sob o peso de manobra baixista (o aluguel ainda aumentou um pouco ontem...). No pré-pregão, o Fut.Dezembro está em baixa de 2,5% com volume regular. No fim do dia, sairá o resultado da Petrobrás, que poderá ter influência na atual tentativa de descolamento da Bovespa em relação aos assustados mercados externos.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Fechamento (futuro)


Com volume fraco de 68 mil contratos, o índice abriu com forte gap para cima, voltou a ultrapassar a média movel de 200 barras, mas depois entrou em acomodação e terminou negativo, ainda acima da tendência de baixa vencida; pode ser que esteja se formando um triangulo, antes de nova direção ser firmada. Os indicadores tiveram os mesmos altos e baixos e terminaram bem abaixo das suas médias móveis, deixando o mercado indefinido.

Corretoras internacionais, às 15:23 h

Ainda mais um pregão de baixo movimento (projeção para o final de R$ 3,4 BB) e também saldos pequenos destas corretoras, a maioria na venda com - R$ 157 MM (Pactual - 56) e poucas na compra com +R$ 94 MM (Credit Suisse + 55), o saldo vendedor sendo de - R$ 68 MM.

Balancetes 9 meses

Abertura

O anúncio de um gigantesco pacote de estímulos à economia chinesa pelo Governo local (cerca de US$ 600), que já vinha reduzindo juros por lá, está causando uma onda de otimismo nos mercados globais, começando pela Ásia, onde o Nikkei225 japonês ganhou 5,81%. Há um consenso de que a China pode escorar a desaceleração da economia mundial com o dinamismo do seu crescimento, ainda que em programas assemelhados estejam sendo postos em prática em todos os países...Na Europa, o Stoxx50 sobe perto de 3% e os futuros americanos vão ganhando mais de 2%, depois de uma sexta-feira já muito firme. A maioria das comodities está ganhando preço com a perspectiva mais otimista e, entre as moedas, o dólar perde um pouco. Por aqui, o volume continuou encolhendo na semana passada, enquanto que novas aventuras são tentadas em manobras de baixa: na sexta-feira, a escolha recaiu na VALE5, da qual cerca de 4 MM de ações foram alugadas, pressionando a ponta de venda. Entretanto, no pré-pregão, refletindo o tom geral dos mercados, o Fut.Dezembro vai ganhando perto de 5%, com volume alto.

sábado, 8 de novembro de 2008

Verdades e Mentiras da Bolsa

Está disponível em Verdades e Mentiras da Bolsa , a Edição 412 desta carta semanal de investimentos, com os seguintes assuntos:

"As causas da crise são desmentidas", sobre os acontecimentos da semana;
"Se for mesmo a Onda IV..." , na seção de análise técnica.

Estão de volta o "Curso Avançado", em formato de consultoria (para quem opera em homebroker) e o "Curso de Introdução à Análise Técnica por e-mail".

Relançada também a administração de carteiras individuais, com diálogo permanente.

Ainda os destaques da semana (Nossa Caixa on, Ultrapar pn e Gafisa on).

Comentários sobre todas essa matérias podem ser feitos aqui no Blog.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Fechamento (futuro)



Como esperado, o índice teve um dia de repique, mas na hora final devolveu os ganhos do dia, ao contrário da véspera. Os indicadores seguiram essa movimentação e o DCCI cortou sua média móvel, nos últimos minutos. O volume foi de apenas 59 mil contratos e o mercado ficou indefinido.

Corretoras internacionais, às 15:27 h

Em mais um dia de movimento pequeno, os saldos são modestos e predominam os vendedores com - R$ 167 MM (Morgan Stanley - 46, Credit Suisse - 46), com poucos compradores somando +R$ 58 MM (Pactual + 30), sendo de - R$ 109 MM o saldo vendedor.

Abertura

Sem qualquer motivo novo, a realização de lucros dos mercados globais assumiu novamente alguma histeria ontem e as quedas foram acentuadas. A surrada explicação de que havia “preocupações com a economia” é tão oca de significado como provavelmente será a explicação de “investidores buscaram barganhas”, que será a justificativa para uma melhoria possível hoje...No Japão, o Nikkei225 ainda perdeu 3,55%, mas na Europa (Stoxx50) e nos futuros americanos vai acontecendo um repique da ordem de 1%. Todos os governos continuam a anunciar torrentes de recursos para evitar a recessão e as autoridades monetárias vão cortando os juros básicos visando o mesmo objetivo. Por aqui, o volume encolheu ontem, deixando a liquidez apertada e facilitando a tarefa da turma que já sai derrubando no começo, por conta das quedas externas. Na hora final, a zeração dos daytrades já causou uma reação e agora, no pré-pregão, o Fut. Dezembro sobe 1,2% com poucos negócios. Enquanto isso, no mundo todo, vão sendo preparadas restrições operacionais para as constantes manipulações em todos os mercados, havendo consenso em transformar isso no bode expiatório de toda a crise (o que pode ser uma verdade apenas parcial...).

Balancetes 9 meses

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Fechamento (futuro)



Como previsto, o índice teve um dia de acomodação, com movimento menor de 75 mil contratos, com muita gente derrubando por conta das quedas externas. A rigor, tivemos um conhecido pull back ou retorno até bem perto da linha de baixa ultrapassada. Na hora final, alguma reação, o que levou os indicadores a cortar para cima suas médias móveis, sinalizando um repique para amanhã.

Corretoras internacionais, às 15:17 h

Mais um dia de movimento fraco e saldos idem, mas prevalecem os vendedores com - R$ 135 MM (Credit Suiisse - 53), sobre os compradores com apenas + R$ 44 MM (Merrill Lynch +35).

Balancetes 9 meses


Abertura

Ainda sob o domínio das especulações de curtíssimo prazo e bastante nervosas, os mercados globais fizeram ontem e prosseguem hoje corrigindo as fortes altas recentes, passadas as esperadas eleições americanas: no Japão, o Nikkei225 cedeu 6,53% e na Europa, o Stoxx50 perde cerca de 2,8%, melhorando progressivamente com a redução surpreendente dos juros básicos pelo Banco da Inglaterra ( de 4,5% para 3% a.a.) e aguardando decisão semelhante pelo Banco Central Europeu, daqui há pouco. Os futuros americanos perdem ainda cerca de 0,5%, também melhorando bastante em relação a horas atrás, depois de forte acomodação ontem. Por aqui, a Bovespa teve um dia de volume menor e apresentou quedas muito fortes, cedendo a manobras baixistas que aproveitam oscilações externas. É patético que os urubus continuem esvoaçando com previsões sombrias quando as cifras brasileiras continuam excelentes, como o crescimento de 9,8% da indústria em setembro, em relação a 2007 e a vitalidade geral da economia atestada até pela última ata do Copom, que acaba de ser divulgada...Para hoje, estava previsto novo circuit breaker, mas o Fut.Dezembro, que começou com perda mais acentuada, cai agora apenas 0,4%, com volume médio.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Fechamento (futuro)



O índice teve a acomodação sugerida ontem pelos indicadores, recuando para baixo das linhas de stop móvel (parabólico e média móvel de 21 barras), com volume superior a 90 mil contratos. Houve uma tentativa de retorno, depois do corte da linha de baixa. Os indicadores cederam bastante, para baixo do meio da escala e abaixo também de suas médias móveis, o que poderá ensejar alguma recuperação já amanhã.

Corretoras internacionais, às 16:10h

Com saldos pequenos, o grupo está curiosamente empatado: compradores + R$ 161 MM (Credit Suisse + 87), vendedores - R$ 161 MM (Merrill Lynch - 68).

Balancetes 9 meses

Abertura

Depois de mais um dia de repique, em cima da realização das eleições americanas, uma acomodação normal predomina nos mercados da Europa ( Stoxx50 – 1,8%) e dos futuros americanos (perdendo em torno de 1%), inclusive com algumas notícias corporativas menos bem recebidas. Na Ásia, ainda tivemos fortes altas, como + 4,46% do Nikkei225. Não há movimentos importantes entre moedas e mercadorias, a não ser a alta de ontem no petróleo, já reduzida hoje. Por aqui, a Bovespa teve um dia muito firme, com volume alto (levando em conta que a média por negócio caiu de R$ 27 mil para R$ 15 mil) e também pode ter um ajuste temporário hoje: no pré-pregão, o Fut.Dezembro vai perdendo 1%, com volume regular. A temporada de resultados trimestrais continua com média excelente e o IBGE confirmou expansão da indústria de 9,8% sobre 2007, sem sinais de efeitos da situação externa.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Fechamento (futuro)



Com movimento aumentado (98 mil contratos), o índice esteve em alta até o meio da tarde, acomodando-se um pouco na hora final, sempre acima da linha de baixa. Os indicadores vieram para baixo de suas médias móveis, nessa acomodação final, o que sinaliza um pouco mais de ajuste amanhã.

Líderes em ação (mensal, não indexado)



A primária de alta não foi incomodada, até agora, de repente será apenas um ajuste no ângulo de alta.

Corretoras internacionais, às 14:54 h

Hoje, forte saldo comprador, puxado por Credit Suisse (+212, PETR4, VALE5), somando saldo de + R$ 396 MM. Na venda, apenas JPMorgan (-69) e Intra (-15), somando - R$ 84 MM, sendo o saldo no momento de +R$ 312 MM.

Abertura

O natural otimismo pela realização das eleições americanas vai esticando bastante o repique que ocorre em todos os mercados globais: no Japão, voltando de feriado, o Nikkei225 subiu 6,26%, enquanto que na Europa (Stoxx50) e nos futuros americanos, a alta já vai passando dos 2,2%. Entre as moedas e as mercadorias, nota-se uma pausa nas oscilações, na expectativa dos acontecimentos. Há sinais de calmaria no setor de crédito, com a queda nos indicadores interbancários, mesmo assim ainda muito acima dos valores normais. Por aqui, a Bovespa teve um dia firme, com a aquisição do Unibanco pelo Itaú sendo bem recebida, adicionando mais confiança aos investidores (ainda que tenha havido quem alugasse ações do Itaú para venda a descoberto...). No pré-pregão, o Fut.Dezembro tem movimento relativamente fraco, mas vai subindo em torno de 2,6%.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Fechamento (futuro)


Ainda com movimento fraco (67 mil contratos), o índice prosseguiu com a consolidação do rompimento da linha de baixa mais recente, que vem desde meados de setembro. Os indicadores andaram mais devagar, não estão muito afastados de suas médias móveis, mas há espaço ainda para o prosseguimento do repique.

Corretoras internacionais, às 16:37 h

Num dia de fraco movimento, estas corretoras estãopouco ativas também: na compra, apenas Pactual (+56) e JPMorgan (+3), somando + R$ 59 MM; as demais estão todas na venda (Morgan Stanley - 61), somando - R$ 126 MM. )O saldo vendedor está em -= R$ 67 MM.

Abertura

Mantendo ambiente calmo, os mercados globais seguem consolidando um repique: na Ásia, fortes altas na maioria dos mercados (no Japão, feriado). Na Europa, índices regionais em alta, as blue chips do Stoxx50 praticamente estáveis até agora. Nos Estados Unidos, em véspera das eleições, os futuros sobem cerca de 0,6% em média. Por aqui, o mês de outubro terminou com perdas de 24,8% para o Ibovespa, depois de ganhos de 18,9% na semana passada; os estrangeiros venderam mais de R$ 5 bilhões líquidos e ainda seguem naquelas estranhas manobras de fortes giros diários, feitos inclusive por corretoras nacionais (para disfarçar?) e ainda com o uso de ações alugadas. Por questões políticas, vários mercados mundiais começam a apertar o cerco a esse tipo de operações e essa é a causa apontada como principal para o atual repique. No Congresso, há projetos nesse sentido, ainda que o problema não seja das operações em si e sim do uso ilícito de algumas de suas modalidades, não contido pela fiscalização. No pré-pregão, com movimento pequeno, o Fut. Dezembro sobe perto de 1,5%.

sábado, 1 de novembro de 2008

Verdades e Mentiras da Bolsa

Está disponível em Verdades e Mentiras da Bolsa , a Edição 411 desta carta semanal de investimentos, com os seguintes assuntos:

"O descolamento vai voltar", sobre os acontecimentos da semana;
"Vender em maio e..." , na seção de análise técnica.

Estão de volta o "Curso Avançado", em formato de consultoria (para quem opera em homebroker) e o "Curso de Introdução à Análise Técnica por e-mail".

Relançada também a administração de carteiras individuais, com diálogo permanente.

Ainda os destaques da semana (Itausa pn, Duratex pn e Telemar pn).

Comentários sobre todas essa matérias podem ser feitos aqui no Blog.

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