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sábado, 31 de maio de 2008

Verdades e Mentiras da Bolsa

Já está disponível em Verdades e Mentiras da Bolsa , a Edição 393 desta carta semanal de investimentos, com os seguintes assuntos:

"As comodities e os Idiotas Maiores", sobre os acontecimentos da semana;
"Intraday Brasil", na seção de análise técnica.

Estão de volta o "Curso Avançado", em formato de consultoria (para quem opera em homebroker) e o "Curso de Introdução à Análise Técnica por e-mail".

Relançada também a administração de carteiras individuais (a partir de abril), com diálogo permanente.

Ainda os boatos, verdades e mentiras e os destaques da semana (Banco do Brasil on, JBS on e Klabin pn).

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Fechamento (futuro)


O índice abriu em alta, cedeu até o início de tarde, voltando a melhorar no restante do pregão; com isso, ficou num padrão triangular de indefinição. Os indicadores pouco oscilaram e terminaram pouco acima de suas médias móveis, mantendo uma sugestão de mercado indefinido.

Corretoras internacionais, às 15:15 h


Hoje apareceu um novo vendedor (UBS Pactual), mas as compras de Deutsche Bank e Credit Suisse levam o saldo do grupo a ser comprador. Morgan Stanley, discreto, até agora.

Abertura

O ambiente continua mais otimista nos mercados globais, com algumas cifras divulgadas na semana: no Japão, o Nikkei225 ganhou mais 1,51%, na Europa, o Stoxx50 das blue chips vai subindo 0,4% e nos Estados Unidos, que tiveram um dia bem firme ontem, o futuro do S&P500 sobe cerca de 0,2%. Ainda em preço alto, o petróleo começa a dar sinais de exaustão e o mesmo acontece com algumas outras comodities, justamente quando não se fala mais na crise de crédito, ou na recessão americana e sim na alta do custo da alimentação e na ascensão do etanol...Por todos os aspectos, o debate é mais útil. Por aqui, a corretora internacional que tenta controlar o nosso mercado, retomou sua atual postura vendedora de curto prazo, iniciada depois de ter ficado com excesso de papéis após o vencimento das opções de maio e que tem tido dificuldades em se manter por mais de um dia: ontem, de forma até surpreendente, ela conseguiu dobrar a aposta e conter o entusiasmo do mercado com o comunicado da Fitch. Seus preços médios não foram tão compensadores e sua atuação ficou isolada, ainda que conduzindo à forte baixa do dia. Hoje, no pré-pregão, o Fut. Junho vai subindo cerca de 1,2% com bom movimento, fazendo prever que a tarefa de derrubada será mais difícil.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Fechamento (futuro)


O índice abriu em alta e logo passou a fazer a acomodação prevista para o intraday, que foi acelerada pela ação das manobras baixistas em curso, brevemente interrompida pela forte oscilação com a notícia do grau de investimento. Os indicadores cortaram bem cedo suas médias móveis para baixo e assim ficaram, mas o mercado ficou indefinido pela sua posição final.

Corretoras internacionais, às 15:22 h


Saldo geral vendedor, Morgan Stanley e um pouco menos Credit Suisse são os destaques.

Abertura

Melhores cifras nas encomendas de bens duráveis americanos, declarações de membro do sistema FED e a revisão do crescimento do PIB neste ano para mais, estão fazendo subir muito os juros no mercado aberto (10 anos passando de 4% a.a. pela primeira vez em muito tempo...) e reforçando o dólar. As ações por lá estiveram em alta moderada ontem e hoje, o futuro do S&P500 vai operando em estabilidade, de forma cautelosa. Na Ásia e na Europa o ambiente ficou otimista: no Japão, o Nikkei225 teve forte repique de 3,,03% e as blue chips européias sobem em torno de 0,5% até agora (Stoxx50). Em destaque, as companhias mineradoras, depois de previsões de continuação da forte demanda pela Rio Tinto. Por aqui, o artificialismo da derrubada de terça-feira ficou demonstrado pelo intenso repique de ontem, com volume bem alto e ganhos generalizados. No pré-pregão, o Fut. Junho tem movimento pequeno e está caindo cerca de 0,5%, com novo crescimento da quantidade de contratos em aberto.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Fechamento (futuro)


Como previsto, o índice já abriu em alta , que foi se acelerando rapidamente e seguiu assim até o final. Os indicadores subiram o tempo todo também, chegaram a valores altos, mas não sinalizaram uma acomodação imediata, o que poderá acontecer durante o pregão de amanhã.

Corretoras internacionais, às 14:10 h


A Morgan Stanley persiste na venda (Petr4, 2 MM de ações a 50 de média...), as demais proporcionam saldo zero.

Abertura

Mais uma vez, nas últimas semanas, a puxada artificial dos preços de petróleo a novos topos não resistiu por muito tempo e o barril (WTI) já é negociado abaixo de US$ 127. A desculpa agora é que a demanda vai cair com os preços altos (não haviam pensado nisso...). Dentro da ilógica dos mercados, subiram os juros americanos e o próprio dólar, enquanto que o mesmo argumento ((economias mais fracas e com menor demanda não suportando petróleo tão caro...) provocou , no Japão, uma perda de 1,32% no Nikkei225 e na Europa, um avanço até agora de 0,8% para as blue chips ( Stoxx50) ... Nos Estados Unidos, o futuro do S&P500 vai ganhando 0,3%, até o momento. Por aqui, corretoras internacionais começaram o dia de ontem derrubando de surpresa as principais blue chips, em cima de um ajuste em comodities, explorando a ignorância do mercado (a queda do petróleo é favorável à Petrobrás , enquanto que a Vale tem contratos de prazo longo para seus minérios...) e acabaram provocando uma baixa generalizada. Aparentemente, ainda estão desovando exercícios de opções em excesso do último dia 19, a partir de quando têm estado pesadamente na venda. No pré-pregão, o Fut. Junho tem movimento apenas regular e vai apresentando um leve repique de 0,2%.

terça-feira, 27 de maio de 2008

Fechamento (futuro)


Ao contrário do que sugeria a análise (ressalvada pelo fraco movimento de ontem), o índice abriu com forte baixa, com manobras baixistas em torno das blue chips, contrariando ainda a alta americana. Os indicadores recuaram, mas com a leve reação final, voltaram a ficar acima de suas médias móveis e novamente sugerem alta para o próximo pregão.

Corretoras internacionais, às 14:38 h


Credit Suisse, Morgan Stanley e J.P. Morgan vendendo bastante, Hedging Griffo recomprando, saldo geral vendedor.

Abertura

No Japão, o mercado repicou da baixa repentina de ontem e o Nikkei225 recuperou 1,48%. Na Europa, o setor de automóveis continua enfraquecendo as blue chips e o Stoxx50 vai perdendo 0,7% até agora. Nos Estados Unidos, voltando do feriado, o futuro do S&P500 opera com volume fraco e em estabilidade, até o momento. Por aqui, a Bovespa teve um dia quase paralisado ontem e ficou de lado. Ainda assim, vai aumentando aos poucos o saldo de contratos em aberto do Fut. Junho, que perde cerca de 0,4% no pré-pregão, com poucos negócios. O saldo líquido operacional dos investidores estrangeiros esteve fortemente comprador até o dia 19 (chegou a R$ 3,7 bilhões), incluindo muitos exercícios de opções, que provocaram pesadas vendas na semana passada. Resta acompanhar como se comportarão esses investidores nesta semana final do mês.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Fechamento (futuro)


O índice teve uma breve alta inicial e depois andou de lado, com fraco movimento. Os indicadores subiram e estiveram acima de suas médias móveis. Com ressalva para o fraco movimento, é um sinal de mais alta para amanhã.

Corretoras internacionais, às 15:10 h


Pouca atividade, respeitando o feriado...

Abertura

Num dia de feriado nos Estados Unidos (os futuros funcionam parcialmente, o do S&P500 tem alta de 0,25% até agora), os mercados asiáticos tiveram quedas fortes (Nikkei225 – 2,3%), puxadas por ações dos setores de automóveis e de Telecom. Além disso, o dólar voltou a enfraquecer um pouco entre as moedas, mas na Europa as perdas das blue chips são moderadas até o momento (Stoxx50 – 0,15%). Por aqui, a Bovespa seguiu em acomodação na sexta-feira, com volume até alto para o dia enforcado. Para hoje, se imagina uma liquidez apenas razoável. No pré-pregão, o Fut. Junho vai operando em estabilidade, com pouco volume, sendo de se notar que o saldo de contratos em aberto melhorou na semana passada uns 10%, ainda longe das quantidades de um ano atrás...

sábado, 24 de maio de 2008

Verdades e Mentiras da Bolsa

Já está disponível em Verdades e Mentiras da Bolsa , a Edição 392 desta carta semanal de investimentos, com os seguintes assuntos:

"A alta do petróleo", sobre os acontecimentos da semana;
"Revisão dos lançamentos", na seção de análise técnica.

Estão de volta o "Curso Avançado", em formato de consultoria (para quem opera em homebroker) e o "Curso de Introdução à Análise Técnica por e-mail".

Relançada também a administração de carteiras individuais (a partir de abril), com diálogo permanente.

Ainda os boatos, verdades e mentiras e os destaques da semana (Nossa Caixa on, JBS on e Gafisa on).

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Fechamento (futuro)


Como previsto, o índice já abriu com pequeno gap de queda e foi recuando até o meio da tarde, repicando levemente nas horas finais. Os indicadores fizeram o mesmo, sendo que o IFR chegou a cortar para cima sua média móvel, o que ainda não ocorreu com o DCCI, deixando o mercado indefinido.

Corretoras internacionais, às 14:50 h


Quase todos na venda, à exceção de Hedging Griffo, Morgan Stanley e Credit Suisse puxando as vendas.

Abertura

Ainda que oscilando bastante, o petróleo segue em alta, mas não está sendo seguido por todas as comodities, como os metais, por exemplo. No Japão, o Nikkei225 teve leve repique (+ 0,24%), considerado um movimento técnico, enquanto que na Europa, as blue chips seguem fracas e o Stoxx50 vai perdendo cerca de 0,8%. Nos Estados Unidos, o dia foi de leve alta ontem e hoje, o futuro do S&P500 está caindo em torno de 0,3% até o momento. No nosso feriado, houve forte queda nos ADRs da Petrobrás, por conta de um relatório que colocou dúvidas sobre a confirmação de nova descoberta na região do pré-sal (o relatório foi da instituição que liderou as vendas do papel por aqui, na quarta-feira...). Por aqui, a Bovespa se acomodou na quarta-feira, como previsto, ainda que a Petrobrás ainda tivesse boa alta no dia. Os sinais gráficos de alerta vão se multiplicando pelos ativos, depois de um bom período de alta. No pré-pregão, o Fut. Junho vai perdendo cerca de 1%, com volume regular, mas o dia enforcado deve ter liquidez mais apertada.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Fechamento (futuro)


Uma rápida alta inicial foi sendo logo devolvida pelo índice, que acabou desabando nas duas horas finais. Os indicadores haviam se mantido acima de suas médias móveis e também recuaram no final, sugerindo mais acomodação para amanhã.

Corretoras internacionais, às 14:20 h


Morgan Stanley na venda, Credit Suisse na compra, saldo geral vendedor líquido, mas moderado.

Abertura

O petróleo continua subindo (no momento, mais de US$ 130 no futuro do WTI) e o dólar caindo (1,575 vs o euro), não se sabe quem puxa quem...Entretanto, a relação cambial afetou o mercado asiático (no Japão, Nikkei225 – 1,65%), depois de muitos dias em alta e vai derrubando as blue chips européias também (Stoxx50 – 0,8%), enquanto que o mercado americano, que esteve bem fraco ontem, parece mais calmo (o futuro do S&P500 com leve baixa de 0,2% até agora). Por aqui, a Bovespa teve a maioria dos papéis em baixa, mas a alta em Petrobrás manteve os índices em pequena alta. As opções F92 e F94 da Petrobrás estão com enorme saldo a descoberto e o aluguel de ações apresentou um aumento significativo (em PETR4 e VALE5) nos últimos dias, depois de meses de pouca atividade. Isso parece natural, depois de tantos recordes seguidos e com tantos sinais gráficos de alerta, mas por enquanto a aposta na baixa pode até estar alimentando novas altas...No pré-pregão, o Fut. Junho já vai perdendo cerca de 0,25%, com bom volume para o horário.

terça-feira, 20 de maio de 2008

Fechamento (futuro)


O índice abriu com gap para baixo, na acomodação que estava prevista, mas logo se estabilizou e começou a se recuperar, acelerando nas horas finais, chegando a cobrir o gap. Os indicadores seguiram essa evolução com um pequeno retardo e acabaram passando para cima de suas médias móveis. Com isso, o mercado ficou indefinido para amanhã.

Corretoras internacionais, às 14:25 h


Praticamente todas na venda, mais pesadamente Credit Suisse (PETR4, VALE5, BBDC4, ITAU4) e Morgan Stanley (PETR3, VALE5, VALE3, AMBV4 e USIM5).

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Abertura

Um aumento no ritmo de crescimento dos preços por atacado americano volta a intranqüilizar os mercados globais, que já havia começado com incertezas na Ásia, com o Nikkei225 perdendo 0,77% no Japão. Na Europa, o Stoxx50 das blue chips vai recuando cerca de 1,3% até o momento, enquanto que nos Estados Unidos, que teve um dia até firme ontem, o futuro do S&P500 vai caindo 0,6% até agora. Por aqui, a Bovespa teve um alto volume no vencimento das opções de maio e teria terminado estável não fosse uma forte puxada nos principais papéis no leilão final. As corretoras internacionais foram muito compradoras (R$ 1,4 bilhões líquidos) principalmente em decorrência de exercícios de opções de Petrobrás e Vale. Isso significa que ficaram com grandes lotes desses papéis, talvez tendo agido como financiadores, o que pode afetar os negócios no resto da semana: no pré-pregão, o Fut. Junho já vai perdendo cerca de 1,2%, com largo volume para o horário, mais ou menos como faziam prever os indicadores intraday..

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Fechamento (futuro)


O índice subiu até o final do exercício das opções, mas depois teve a acomodação que estava prevista, fechando em cima das linhas de stop móvel. Os indicadores estiveram de lado e acabaram cedendo, fazendo prever mais acomodação para amanhã.

Corretoras internacionais, às 15:35 h


O saldo comprador líquido está imenso hoje, evidentemente em conseqüência do exercício de opções e, possivelmente, devido à forte participação destas corretoras no financiamento de opções. Resta saber se o saldo vai ficar assim até o final (a atualização está bem lenta...), já que está sobrando papel demais nas mãos dessa turma...

Abertura

O dólar voltou a enfraquecer entre as moedas, mas o petróleo está marcando novo topo mais em cima de especulação por declarações de autoridades sauditas, considerando que a demanda está muito forte (o que justificaria a alta atual, muito no interesse dos produtores...). No Japão, o Nikkei225 subiu 0,35% mas na Europa e nos Estados Unidos, os mercados (SToxx50 e futuro do S&P500) operam em torno da estabilidade, tendo estado melhor mais cedo. Por aqui, a Bovespa terminou a semana com novos recordes e hoje tem o vencimento das opções de maio, que deve provocar um volume de negócios bem alto. No pré-pregão, o Fut. Junho está com poucos negócios e sobe cerca de 0,2%. O fluxo líquido dos investidores estrangeiros continua comprador e gira em torno de R$ 2,5 bilhões neste mês. Por outro lado, os gráficos estão cheios de sinais de alerta para a possibilidade de um próxima acomodação.

sábado, 17 de maio de 2008

Verdades e Mentiras da Bolsa

Já está disponível em Verdades e Mentiras da Bolsa , a Edição 391 desta carta semanal de investimentos, com os seguintes assuntos:

"A Petrobrás mexe com as cifras", sobre os acontecimentos da semana;
"A Onda dos recordes", na seção de análise técnica.

Estão de volta o "Curso Avançado", em formato de consultoria (para quem opera em homebroker) e o "Curso de Introdução à Análise Técnica por e-mail".

Relançada também a administração de carteiras individuais (a partir de abril), com diálogo permanente.

Ainda os boatos, verdades e mentiras e os destaques da semana (Rossi Residencial on, Souza Cruz on e Telemig Part pn).

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Fechamento (futuro)



O índice abriu com pequeno gap de alta e subiu de novo por todo o pregão, como previsto. Na parte da tarde, a alta foi mais moderada, ainda que persistente e com isso, os indicadores enfraqueceram um pouco no final, sinalizando que no próximo pregão poderá ocorrer uma acomodação maior.

Corretoras internacionais, às 15:00 h



Saldo comprador do grupo, na venda ainda a Hedging Griffo.

Abertura

Ainda com um ambiente otimista, os mercados estiveram em alta na Ásia, mas no Japão, o Nikkei225 terminou com – 0,22% em realização de lucros, mesmo com a informação que a economia local está crescendo mais do que se estimava. Na Europa, as blue chips vão ganhando cerca de 0,7% até agora (Stoxx50), novamente com as mineradoras em destaque. Nos Estados Unidos, um dia muito firme ontem e levíssima alta no futuro do S&P500 até agora (+ 0,1%). Por aqui, a Bovespa voltou ontem a bater recordes nas cotações, com volume médio e fechamento nas máximas. No pré-pregão, o Fut. Junho está ganhando em torno de 0,8%, com bom volume. Com mo encerramento do período regulamentar para a apresentação dos resultados trimestrais, um dos destaques está sendo o aparecimento de bons resultados para um grande número de companhias que fizeram lançamentos e que vinham decepcionando até aqui.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Fechamento (futuro)


O índice operou em alta por quase todo o pregão, melhor do que se estimava, com breve realização intraday no início da tarde, fechando na máxima do dia. Os indicadores estiveram bem firmes também, ultrapassaram suas médias móveis e ainda não estão em valores máximos, sugerindo mais alta para amanhã.

Corretoras internacionais, às 15:10 h


Saldo comprador do grupo, maior do que ontem, na compra ainda Credit Suisse e hoje Merrill Lynch e na venda, novamente a Hedging Griffo.

Abertura

Dentro do mais recente panorama de otimismo, os mercados estiveram firmes na Ásia (no Japão, Nikkei225 +0,94%) e operam relativamente estáveis na Europa (Stoxx50 + 0,2%), onde se revelou que o crescimento da região está um pouco maior do que se pensava. Nos Estados Unidos, as ações estiveram em alta ontem e o futuro do S&P500 vai subindo cerca de 0,3% até agora. O dólar se mantém em leve alta entre as moedas e nas comodities, nenhum movimento mais relevante.
Por aqui, a Bovespa marcou se acomodou um pouco ontem, como previsto e no pré-pregão, o Fut. Junho está ganhando em torno de 0,5%, com bom volume. Termina hoje o prazo regulamentar para a apresentação dos resultados trimestrais, que estão saindo em grande quantidade.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Fechamento (futuro)


O índice operou em alta até o meio da tarde, cedendo nas duas horas finais. Os indicadores fizeram o mesmo e ficaram abaixo de suas médias móveis, sinalizando mais acomodação para amanhã.

Corretoras internacionais, no final



Saldo do grupo foi comprador, destaque na venda Hedging Griffo, destaques na compra Credit Suisse e Morgan Stanley.

Abertura

Vai crescendo o consenso de que o pior da crise financeira já passou e isso vai melhorando a perspectiva da economia mundial. Em conseqüência, sobem os juros no mercado aberto americano, imaginando-se de que estaria encerrada a temporada de cortes na taxa básica. Isso fortalece o dólar entre as moedas e começa a enfraquecer as comodities em geral. No Japão, uma maior flutuação do yen animou os setores exportadores e mesmo assim a alta de 1,18% do Nikkei225 foi puxada por mineradoras. Na Europa, as mineradoras também estão firmes, mas até o momento o Stoxx50 opera em torno da estabilidade. Nos Estados Unidos, ontem os índices estiveram relativamente estáveis e hoje o futuro do S&P500 está com alta de 0,3% até agora. Por aqui, a Bovespa marcou ontem novos topos, basicamente por conta da Petrobrás, uma vez que a maioria das ações esteve em baixa. No pré-pregão, o Fut. Junho vai subindo em torno de 0,2% com poucos negócios.

terça-feira, 13 de maio de 2008

Fechamento (futuro)


O índice abriu com boa alta, logo corrigida. No restante do pregão, a oscilação foi pequena e basicamente lateral. Os indicadores vieram para baixo de suas médias no começo da acomodação e depois até melhoram um pouco, ainda que man6t5endo-se abaixo dessas médias. Isso deixa o mercado indefinido para amanhã.

Corretoras internacionais, às 14:45 h


O saldo do grupo é comprador, pequeno. Destaques na compra: Deutsche Bank, Merrill Lynch e Credit Suisse e na venda Hedging Griffo.

Abertura

O dólar segue mais firme entre as moedas, mas as comodities estão se movimentando mais em função de seus próprios mercados: metais sobem, metais preciosos e petróleo recuam, alimentos estáveis. No Japão, o Nikkei225 perdeu 1,53% e na Europa, o Stoxx50 das blue chips está em baixa de 0,6%, nos dois casos em função de alguns resultados de empresas que decepcionaram. Nos Estados Unidos, o dia de ontem foi bem firme, mas hoje o futuro do S&P500 vai recuando cerca de 0,3%. Por aqui, a Bovespa operou com volume médio e voltou a subir, encostando outra vez nos máximos recentes (o Ibovespa fechou em nível recorde...). No pré-pregão de hoje, o Fut. Junho vai ganhando perto de 0,4% . A Petrobrás apresentou um resultado muito acima das expectativas, em receitas e lucro líquido (p/l 15), o mesmo acontecendo com a Gerdau (p/l 10).

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Fechamento (futuro)


O índice esteve em alta por todo o pregão e os indicadores seguiram essa movimentação, operando todo o tempo acima de suas médias móveis. O final foi em cima da linha dos topos mais recentes que, se superada, deve levar a novos máximos.

Corretoras internacionais, às 14:30 h



Pequeno saldo comprador para o grupo, os destaques sendo Deutsche Bank na compra e Credit Suisse na venda.

Abertura

Ainda que não tenham ocorrido alterações importantes nem entre as moedas nem nas comodities em geral, as ações de companhias envolvidas com estas últimas estão sendo o centro de atenções nos mercados globais: isso ocorreu no Japão (Nikkei225 + 0,64%) e vai ocorrendo também na Europa (Stoxx50 + 0,45%), até agora. Já nos Estados Unidos, onde a semana terminou com um pregão mais fraco, o futuro do S&P500 está com movimentação um pouco menor, subindo cerca de 0,2% até o momento. Por aqui, a Bovespa voltou a operar com volume mais baixo na sexta-feira, com flutuação praticamente estável. No pré-pregão, o Fut. Junho vai ganhando em torno de 0,5%, com poucos negócios. Hoje são aguardados os resultados de Gerdau (a qualquer momento) e Petrobrás (no fim do dia), sendo que para esta, a expectativa média é de um lucro líquido por volta de R$ 5 bilhões, melhor do que em igual período de 2007.

domingo, 11 de maio de 2008

Verdades e Mentiras da Bolsa

Já está disponível em Verdades e Mentiras da Bolsa , a Edição 390 desta carta semanal de investimentos, com os seguintes assuntos:

"Para onde vão os investimentos que virão", sobre os acontecimentos da semana;
"As duas líderes em ação", na seção de análise técnica.

Estão de volta o "Curso Avançado", em formato de consultoria (para quem opera em homebroker) e o "Curso de Introdução à Análise Técnica por e-mail".

Relançada também a administração de carteiras individuais (a partir de abril), com diálogo permanente.

Ainda os boatos, verdades e mentiras e os destaques da semana (Sid Nacional on, Telemar on e Cyrela Realty on).

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Fechamento (futuro)


O índice abriu com pequeno gap para baixo, logo formou um fundo e acabou tendo boa alta na hora final, cobrindo o gap. Os indicadores estiveram de lado e no final ultrapassaram suas médias móveis, mantendo o quadro ainda indefinido para o próximo pregão.

Corretoras internacionais, às 14:55 h


Pouco movimento, pequeno saldo vendedor, Morgan Stanley na venda, Deutsche Bank na compra.

Abertura

Os problemas de segurança na Nigéria continuam servindo para grande especulação com o preço do petróleo, novamente alcançando novos topos, ainda que sempre por pequenas margens. Esse fato e alguns maus resultados do setor financeiro, em todo o mundo, voltam a intranqüilizar os mercados globais, além de novo enfraquecimento do dólar entre as moedas: no Japão, o Nikkei225 teve forte perda de 2,06% e na Europa, as blue chips também têm perdas importantes, em torno de 1,6% até agora. Nos Estados Unidos, o dia foi firme ontem, mas o futuro do S&P500 segue o nervosismo geral e vai recuando em torno de 0,6% até o momento. Por aqui, a Bovespa voltou a subir ontem, com volume um pouco mais fraco e no pré-pregão de hoje, o Fut. Junho vai perdendo cerca de 1,3%, com bom volume. Foi divulgada uma primeira prévia do IGP-M de maio com maior aceleração dos preços (+1,36%), o que poderá trazer preocupações.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Fechamento (futuro)



Indefinido como se previa, o índice teve pequenas oscilações, subindo inicialmente e cedendo depois, ficando rigorosamente de lado. Os indicadores fizeram a mesma coisa, flutuando acima e abaixo de suas médias móveis, mantendo o quadro ainda indefinido para amanhã.

Corretoras internacionais, às 14:48h



Na compra com destaque, apenas Credit Suisse, mas o saldo do grupo é levemente comprador.

Abertura

Um novo topo do preço do petróleo foi pretexto para uma forte realização de lucros ontem, nos Estados Unidos, mas a notícia de mais vendas no varejo do que estimado volta a animar os investidores por lá, com o futuro do S&P500 ganhando cerca de 0,3% até agora. O dólar segue firme, especialmente frente ao euro. No Japão, o susto com a baixa americana de ontem levou o Nikkei225 a perder 1,12%, enquanto que as blue chips européias cedem apenas 0,2% até o momento. Por aqui, a Bovespa acabou fazendo o ajuste que sugeriam os indicadores técnicos, após quatro altas seguidas, basicamente nas duas horas finais do pregão. Hoje, o pré-pregão mostra leve alta do Fut. Junho, com bom volume. As cifras do movimento cambial continuam piorando e o dólar começa a reagir frente ao real, parecendo ter formado um fundo técnico entre 1,65 e 1,70.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Fechamento (futuro)


Depois de algumas horas praticamente em estabilidade, o índice despencou no meio da tarde, iniciando a acomodação que já se prenunciava. Os indicadores estiveram em baixa, operando abaixo das suas médias móveis por todo, afastando-se das mesmas e deixando o quadro ainda indefinido para amanhã.

Corretoras internacionais, às 14:45 h



Especialmente Morgan Stanley e um pouco menos Credit Suisse, vão mantendo compras, as demais vendendo.

Abertura

O dólar voltou a melhorar entre as moedas e isso, além de alguns resultados corporativos, melhoram os mercados de ações na Ásia (Nikkei225 + 0,38%) e na Europa (Stoxx50 + 0,49% até agora), mas não influenciam a maioria das comodities, ainda que o petróleo siga bem forte por razões próprias. Nos Estados Unidos, o mercado esteve inicialmente fraco e depois melhorou; hoje, o futuro do S&P500 esteve mais fraco e agora opera em estabilidade. Por aqui, a Bovespa chegou ao quarto dia de alta consecutiva, mantendo volume alto e novamente, mais firme nas blue chips, a não ser os bancos, que operaram em acomodação. Há vários sinais técnicos de alerta para um ajuste nas cotações, normal depois de seguidas e fortes altas, mas no pré-pregão o Fut. Junho abre ganhando cerca de 0,2%, com volume alto para o horário. A Embraer apresentou um resultado fraco, ainda que melhor do que igual período no ano passado (p/l 53). Já Pão de Açúcar (p/l 62) e CSN (p/l 18) tiveram resultados regulares, semelhantes aos de 2007.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Fechamento (futuro)


Como previsto, o índice abriu com pequeno gap para baixo e ficou de lado, com pouco volume; na hora final, alguma reação, cobrindo o gap inicial. Os indicadores estiveram em leve baixa por todo o dia e também melhoraram no final, mas o quadro ficou indefinido para amanhã.

Corretoras internacionais, às 14:40 h


Saldo vendedor moderado, poucos na compra.

Abertura

Na Ásia (Japão, ainda em feriado) e na Europa, os mercados apresentam resultados mistos, com altas nas mineradoras e forte queda no setor financeiro, neste caso devido a alguns maus balancetes divulgados. O Stoxx50 das blue chips européias perde 1% até agora. O dólar enfraqueceu ligeiramente e o petróleo força o limite de US$ 120 por barril (WTI), por conta de novos problemas na Nigéria. Nos Estados Unidos, o mercado esteve ontem em acomodação e segue assim até o momento, com o futuro do S&P500 perdendo cerca de 0,5%. Por aqui, a Bovespa chegou ao terceiro dia de alta consecutiva, ainda com volume alto, mais firme nas blue chips. Depois dessa esticada, há sinais dos indicadores técnicos do intraday de que alguma acomodação está bem por perto. No pré-pregão, o Fut. Junho vai perdendo cerca de 0,5%, com poucos negócios. Dentre os resultados divulgados, Light (p/l 13) e Gafisa (p/l 29) mostraram progressos, enquanto que TIM Part. e Magnesita vieram com prejuízos. O Itaubanco teve lucro superior em mais de 8% ao de 2007 (p/l 16).

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Fechamento (futuro)


O índice subiu do começo ao fim, como se esperava, mas de forma bem mais moderada, normal para um terceiro dia seguido de alta. Os indicadores divergiram, andando bem mais devagar que a cotação, sinalizando um possível reajuste para amanhã, pelo menos em parte do pregão.

Corretoras internacionais, às 14:25 h



Credit Suisse e Morgan Stanley comprando bastante, na venda Brascan e Pactual.

Abertura

O dólar segue firme entre as moedas, mas impactou apenas nos metais preciosos, as demais comodities apresentam flutuação normal. Na Ásia, inclusive, houve altas generalizadas, puxadas justamente pelas mineradoras e outras ações ligadas a comodities. (no Japão, novo feriado). Na Europa, as blue chips operam com baixa de 0,4%, sem maiores destaques (Stoxx50). Nos Estados Unidos, a sexta-feira foi firme, mas o futuro do S&P500 opera agora com baixa de 0,5%, sob o efeito de notícias corporativas, como a desistência da Microsoft em adquirir a Yahoo... Por aqui, a Bovespa consolidou seus ganhos, marcando novos topos, com grande volume, no primeiro pregão inteiro após a divulgação do grau de investimento. Hoje, o Fut. Junho vai operando em estabilidade, com poucos negócios. A Telemar apresentou resultado bem superior ao de 2007 (p/l 7,7).

sábado, 3 de maio de 2008

Verdades e Mentiras da Bolsa

Já está disponível em Verdades e Mentiras da Bolsa , a Edição 389 desta carta semanal de investimentos, com os seguintes assuntos:

"O grau de investimento", sobre os acontecimentos da semana;
"Panorama do IBrX50", na seção de análise técnica.

Estão de volta o "Curso Avançado", em formato de consultoria (para quem opera em homebroker) e o "Curso de Introdução à Análise Técnica por e-mail".

Relançada também a administração de carteiras individuais (a partir de abril), com diálogo permanente.

Ainda os boatos, verdades e mentiras e os destaques da semana (Gafisa on, Rossi Residencial on e Telemar on).

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Fechamento (futuro)


Como previsto, o índice esticou mais a alta anterior, especialmente na primeira hora, acomodando-se moderadamente daí até o final. Os indicadores inicialmente atingiram a linha de retorno e tiveram o conseqüente ajuste, terminando por cortar suas médias móveis para baixo, levemente. O mercado ficou, assim, indefinido, ainda que o padrão esperado seja o de altas sucessivas com realizações intraday, como ocorreu hoje.

Corretoras internacionais, às 14:00 h




Saldo comprador para o grupo, não tão grande quanto poderia se pensar pelo volume geral gigantesco que está projetado. Quase todas compram muita BOVH3...

Abertura

A confiança vai retornando aos pouco aos mercados globais, fazendo com que os índices americanos rompam resistências e sinalizem uma provável retomada da alta, como mostraram os ganhos de ontem. Hoje, o futuro do S&P500 está com leve ganho de 0,2% até agora, com o dólar se mantendo firme, mesmo com alguma redução nos juros. Petróleo e metais preciosos tiveram perdas fortes, mas metais e alimentos mantiveram suas cotações, de modo geral. Em alta também as Bolsas da Ásia (Nikkei225 + 2,05%) e da Europa (Stoxx50 + 1,10%), com destaque para o setor financeiro. Por aqui, a Bovespa teve alta espetacular assim que foi divulgada notícia do grau de investimento, com volume enorme. Algumas corretoras internacionais que vinham derrubando as blue chips foram pegas de surpresa e tentaram manter pressão de venda, inclusive vendendo ADRs ontem em New York, mas não conseguiram controlar os preços. Hoje poderá ser um dia de corrida dos vendidos que precisarem cobrir posições e no pré-pregão, o Fut. Junho vai ganhando cerca de 2,8% com bom volume. A Petrobrás passou a contar com duas vantagens, o aumento nos derivados e a redução do preço internacional (que é um custo para ela, ao contrário do que divulga...). A Usiminas apresentou no trimestre cifras parecidas com as de 2007, em geral é seu pior período do ano (p/l 16).

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