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sábado, 31 de janeiro de 2009

Verdades e Mentiras da Bolsa

Está disponível em Verdades e Mentiras da Bolsa , a Edição 421 desta carta semanal de investimentos, com os seguintes assuntos:

"Os maus bancos", sobre os acontecimentos da semana;
"Panorama mundial" , na seção de análise técnica.

Estão de volta o "Curso Avançado", em formato de consultoria (para quem opera em homebroker) e o "Curso de Introdução à Análise Técnica por e-mail".

Relançada também a administração de carteiras individuais, com diálogo permanente.

Ainda os destaques da semana (Natura on, Gafisa on e Embraer on).

Comentários sobre todas essa matérias podem ser feitos aqui no Blog.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Corrretoras internacionais, final do dia

Saldos modestos num dia de também pouco movimento geral, predominando os vendedores com - R$ 166 MM (Credit Suisse -65, Hedging-Griffo - 57), já que os compradores somaram apenas + R$ 64 MM (Pactual + 42), ficando um saldo vendedor de - R$ 102 MM e o mês possivelmente com cerca de - R$ 700 MM.

Fechamento (futuro)


Com alguma volatilidade, o índice negociou 56 mil contratos e teve novo dia de acomodação; mesmo assim, e não obstante o enfraquecimento das horas finais, manteve-se ainda acima da MM de 200 barras. Os indicadores estiveram fracos também, mas nem tanto assim, mantendo o mercado indefinido.

Abertura

Concluindo uma semana irregular e de oscilações fortes, com as quedas de ontem, os mercados estão nervosos, aguardando a confirmação de uma grande queda para o PIB americano do quarto trimestre (em torno de -5%), a ser divulgada daqui a pouco. No Japão, o Nikkei225 perdeu 3,12%, com a previsão de nova diminuição importante na produção industrial; na Europa, os índices começaram repicando, mas agora o Stoxx50 opera com perda de 0,55% enquanto que os futuros americanos vão cedendo em torno de 0,4%. Os juros subiram muito no open market e o dólar se valorizou entre as moedas, o que não está impedindo alta no ouro e no petróleo, até agora. Por aqui, com volume mais baixo, a Bovespa teve uma acomodação prevista, mas a compra de algumas corretoras estrangeiras, que andam revertendo sua atitude costumeiramente vendedora, segurou as blue chips e os índices locais acabaram se mostrando mais firmes do que os americanos... No pré-pregão de hoje, o Fut. Fevereiro está caindo em torno de 1%, com 2.500 contratos negociados.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Corretoras internacionais, final do dia

Saldos equilibrados hoje, com valores menores em geral: compradores + R$ 106 MM (Credit Suisse + 77) e vendedores - R$ 122 MM (Citi - 28), ficando um pequeno saldo vendedor de - R$ 16 MM.

Fechamento (futuro)


Como previsto, o índice já abriu com pequeno gap para baixo, que tentou cobrir, sem sucesso, inclusive na hora final, com 41 mil contratos negociados. Os indicadores estiveram abaixo de suas médias móveis, com pequena reação no final, para deixar o mercado indefinido.

Abertura

O entusiasmo de ontem quanto a uma solução para os maus ativos do setor financeiro internacional cedeu parcialmente hoje (não no Japão, onde o Nikkei225 ganhou 1,79%), com perspectivas pessimistas aventadas no Fórum em Davos sobre a economia mundial: na Europa, o Stoxx50 vai caindo 1,3% e os futuros americanos perdem cerca de 0,8%, até agora, depois também de um dia muito forte ontem. Os juros voltaram a subir no open market americano, fortalecendo um pouco o dólar, sem maiores efeitos na maioria das comodities. Por aqui, com volume alto, a Bovespa subiu bastante ontem, notando-se enormes recompras das corretoras internacionais que vinham operando na venda até agora (até o dia 26, o saldo dos estrangeiros no mês é vendedor em quase R$ 1 bilhão...). Curiosamente, não se alterou o saldo de ações alugadas e houve grande aumento nas vendas a descoberto de futuros do índice pelos não-residentes. No pré-pregão de hoje, o Fut. Fevereiro está caindo em torno de 1%, com 2 mil contratos negociados.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Corretoras internacionais, final do dia

Hoje foi um dia de saldos compradores bem maiores e quase sem vendedores neste grupo. Os saldos compradores somaram +R$ 407 MM (Credit Suisse + 160, Morgan Stanley + 155) e os vendedores apenas - R$ 25 MM (Brascan - 12), ficando um saldo comprador de +R$ 382 MM.

Fechamento (futuro)


Abrindo já com grande gap para cima e já ultrapassando a MM de 200 barras, o índice apenas no final teve leve acomodação, negociando 60 mil contratos, relativamente pouco em proporção ao movimento do à vista. Os indicadores esticaram bastante e sinalizaram a possibilidade de mais acomodação na abertura de amanhã ou ao longo do dia.

Abertura

A possibilidade de que o governo americano lance mão da alternativa de transferir para uma única sociedade (“o banco ruim” ou “bad bank”) os ativos considerados de difícil recuperação, está sendo encarada com grande otimismo pelos mercados globais: o Stoxx50 europeu e os futuros americanos estão subindo em torno de 2% até agora. No Japão, que encerrou negócios bem mais cedo, o Nikkei225 ganhou 0,56%. O euro voltou a se valorizar em relação ao dólar, mas a forte queda do petróleo ontem está sendo associada a uma especulação de curto prazo. Por aqui, a Bovespa teve um dia estranho, novamente de pouco volume, com mais baixas do que altas e valorização dos índices praticamente devido à forte alta da Vale, num dia em que o setor esteve em baixa no mercado internacional; pensou-se em pesadas recompras, mas as cifras do final do dia mostram que o aluguel de VALE5 até aumentou bastante...No pré-pregão de hoje, o Fut. Fevereiro está subindo em torno de 2%, com grande volume de 4 mil contratos.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Corretoras internacionais, final do dia

Proporcionalmente, os saldos de hoje foram até maiores, quase todos na compra (ou recompra). Os saldos compradores somaram +R$ 156 MM (Credit Suisse + 91) e os vendedores apenas - R$ 33 MM (Citi - 16), ficando um saldo comprador de +R$ 123 MM.

Fechamento (futuro)


Com volume menor (39 mil contratos), o índice operou em alta por todo o pregão, sem conseguir ainda romper a MM de 200 barras. Os indicadores flutuaram de modo bem gradual, ao longo de suas médias móveis e até enfraqueceram um pouco no final, deixando o mercado indefinido.

Abertura

No Japão, o anúncio de que um novo plano governamental de socorro à economia, ainda não confirmado, provocou euforia no mercado e o Nikkei225 ganhou 4,93%, puxado pelas exportadoras. Na Europa, ao contrário, o euro valorizou-se um pouco frente ao dólar e as ações estão em queda até agora (Stoxx50 – 1,3%), também por conta de alguns maus resultados corporativos. Nos Estados Unidos, os juros cederam um pouco, mas há uma expectativa otimista em relação à aprovação ainda nesta semana do Plano Obama, ainda mais quando apareceram ontem duas estatísticas econômicas favoráveis (venda de imóveis usados e indicadores antecipados) e os futuros estão ganhando perto de 0,5% até o momento. Por aqui, a Bovespa teve um dia de alta e pouco volume, notando-se a redução apreciável do aluguel de ações de PETR4 e dos contratos vendidos por estrangeiros no futuro do índice. Entretanto, no pré-pregão de hoje, o Fut. Fevereiro está perdendo quase 1%, com 2.000 contratos negociados, sem uma causa aparente, podendo reverter essa situação ao longo do dia.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Corretoras internacionais, final do dia

Um dia de saldos modestos; prevaleceram os compradores com + R$ 93 MM (Morgan Stanley + 48, Credit Suisse + 21), enquanto os vendedores chegavam a - R$ 51 MM (Hedging Griffo - 34), ficando um saldo comprador de +R$ 42 MM.

Fechamento (futuro)


Negociando 50 mil contratos, o índice abriu e operou em alta até o começo da tarde, esbarrando na MM de 200 barras( 200 horas, cerca de 28 pregões) e recuando um pouco até o final. De qualquer forma, vai sendo ultrapassada a linha de baixa mais recente e isso sugere a continuação do repique, ainda que os indicadores tivessem recuado também da sua alta inicial, terminando em cima de suas médias móveis.

Abertura

Os juros continuam subindo nos Estados Unidos (10 anos: 2,65% a.a., vindo de 2,05% há pouco tempo...) e o dólar segue firme entre as moedas. Nas comodities, os metais preciosos e o petróleo também prosseguem em alta. Os índices americanos se equilibraram na sexta-feira e hoje, os futuros apresentam alta de 0,5% até agora. No Japão, o Nikkei225 perdeu 0,81% e na Europa, o Stoxx50 vai subindo perto de 1,5%. Por aqui, a Bovespa terminou a semana mostrando novos sinais de firmeza (graficamente, é o índice que apresenta a mais “altista” das formações de fundo que estão presentes em todos os índices globais); houve alguma cobertura de descoberto no futuro do índice e devolução importante de ações alugadas (PETR4), como se o fôlego da turma da venda estivesse mesmo bem mais curto do que no final de 2008... Hoje, no pré-pregão, o Fut. Fevereiro sobe cerca de 0,6% com 2.500 contratos negociados.

sábado, 24 de janeiro de 2009

Verdades e Mentiras da Bolsa

Está disponível em Verdades e Mentiras da Bolsa , a Edição 420 desta carta semanal de investimentos, com os seguintes assuntos:

"O pessimismo tenta avançar...", sobre os acontecimentos da semana;
"Verdades sobre Fibonacci" , na seção de análise técnica.

Estão de volta o "Curso Avançado", em formato de consultoria (para quem opera em homebroker) e o "Curso de Introdução à Análise Técnica por e-mail".

Relançada também a administração de carteiras individuais, com diálogo permanente.

Ainda os destaques da semana (Tim Particip S.A. on, Telemar pn e Aracruz pnb).

Comentários sobre todas essa matérias podem ser feitos aqui no Blog.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Corretoras internacionais, final do dia

Um dia de saldos bem pequenos, quase todos na venda, onde somaram - R$ 94 MM (Morgan Stanley - 25), enquanto poucos compraram +R$ 32 MM (Pactual + 25), ficando o saldo vendedor em - R$ 62 MM.

Fechamento (futuro)


O índice abriu com gap para baixo e foi recuando até o meio da tarde, quando reverteu com bastante intensidade (antes da virada do mercado americano...), ficando positivo, para depois fechar com levíssima baixa. A linha de baixa segue sendo testada. O volume foi mais fraco, 50 mil contratos, mas aumentou muito nessa correria de (re) compra do final. Os indicadores também reagiram, depois da queda inicial e terminaram acima de suas médias móveis, mas o mercado continua muito incerto e manipoualdo, para um lado e para o outro.

Abertura

Prossegue o mau humor dos mercados, reagindo mais intensamente às más notícias do que às boas, como se espera de um mercado de baixa. No Japão, o Nikkei225 deu uma despencada de 3,81% enquanto que na Europa, as blue chips vão perdendo cerca de 1,35% (Stoxx50). Nos Estados Unidos, o mercado oscilou bastante ontem e esteve fraco e hoje, os futuros apresentam quedas fortes para o horário, perto de 2%. Os resultados corporativos estão aparecendo dentro do esperado, mas não são bons (naturalmente) e as empresas procuram ser bastante conservadoras em suas orientações para o futuro. Os juros seguem subindo e o dólar também, enquanto que entre as mercadorias ocorrem altas e baixas. Por aqui, a Bovespa teve movimento regular, abrindo em alta, recuando depois quase até o final, quando teve algum repique. Houve alguma devolução de ações alugadas e no futuro, as posições líquidas ficaram mantidas. Hoje, no pré-pregão, o Fut. Fevereiro perde cerca de 1,7% com menos de dois mil contratos negociados.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Corretoras internacionais, final do dia

Mais um dia de saldos modestos e relativamente equilibrados: os saldos compradores foram de +R$ 103 MM (Pactual + 33) e os vendedores de - R$ 154 MM (Morgan Stanley -52, Credit Suisse - 41), ficando um saldo vendedor de - R$ 51 MM.

Fechamento (futuro)



Abrindo com pequeno gap de alta, o índice logo perdeu força e veio caindo gradualmente até o meio da tarde, repicando nas duas horas finais, com volume de 68 mil contratos. A recente linha de baixa continua sendo testada, mas as oscilações vem ocorrendo logo abaixo da MM de 200 barras. Os indicadores oiscilaram menos, especialmente na queda e sinalizaram uma divergência altista, terminando pouco acima de suas médias móveis.

Abertura

Depois de um forte repique ontem, proporcional à queda exagerada de terça-feira, o mercado americano apresenta hoje um cenário confuso: juros, dólar e petróleo (entre outras comodities...) em alta, como se houvesse renovada esperança numa melhoria da economia e futuros de índices em baixa de 0,5%, a não ser o do Nasdaq (alta com resultados da Apple e da IBM). No Japão, houve alta (Nikkei225 + 1,90%) e o mesmo vai ocorrendo na Europa (Stoxx50 + 0,6%) até o momento. Por aqui, a Bovespa também repicou com alguma intensidade, ainda que mais na última hora do pregão. A turma da venda mantém altos o aluguel de ações e o descoberto no futuro do índice (segundo os dados oficiais), mas sua pressão no à vista foi menor ontem. Hoje, no pré-pregão, o Fut. Fevereiro está subindo cerca de 0,9%, com dois mil contratos negociados até agora. A Vale anunciou que manteve um ambicioso programa de investimentos em 2008 e que sua produção caiu cerca de 26% no último trimestre, em relação ao anterior, devido à paralisação de várias unidades; é preciso cuidado com a análise desse fato, já que ainda que isso induza à noção de uma forte queda nas vendas, ao mesmo tempo indica redução importante nos custos e despesas.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Corretoras internacionais, final do dia

Saldos mais modestos hoje e equilíbrio: os saldos compradores foram de +R$ 115 MM (Merrill Lynch + 34) e os vendedores de - R$ 149 MM (Morgan Stanley - 102), ficando um saldo vendedor de - R$ 34 MM.

Fechamento (futuro)


Indeciso em boa parte do pregão, o índice acabou repicando nas horas finais, com 55 mil contratos. Os indicadores fizeram a mesma flutuação e terminaram firmes, sugerindo mais repique para amanhã.

Abertura

Um exagero na postura técnica habitual dos mercados de “vender no fato”, ou seja de operar por antecipação, levou ontem a um mal estar geral nos mercados, no dia da posse do novo governo americano: se não há milagres possíveis, a verdade é que existe grande confiança na nova equipe. Talvez porisso, os futuros americanos mostram um pequeno repique, depois de que o fraquíssimo fechamento de ontem sugeria ainda maiores baixas (fut. do S&P500 + 0,6%). No Japão, houve uma segunda queda forte (Nikkei225 – 2,03%) e na Europa, o Stoxx50 perde até agora ainda 1,5%, mas já esteve pior. Por aqui, a Bovespa até custou a cair, apesar das pesadas vendas das corretoras internacionais que seguem apostando na baixa (aumentou o aluguel de ações e a venda de índice a descoberto); apenas no final, quando os índices americanos registravam maiores perdas no fechamento de daytrades, é que se chegou as mínimas por aqui, com movimento fraco. Hoje, no pré-pregão, o Fut. Fevereiro está subindo cerca de 1%, com quase três mil contratos negociados até agora, o que sinaliza diferença de opiniões na turma da venda, já que recompras estão ocorrendo.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Corretoras internacionais, final do dia

Vendas pesadas de duas corretoras do grupo, num dia de volume geral fraco (Credit Suisse - 141, Morgan Stanley - 114) levaram os saldos vendedores a - R$ 269 MM, enquanto que os compradores somavam apenas + R$ 81 MM Pactualç + 30), ficando assim um saldo vendedor final de - R$ 188 MM.

Fechamento (futuro)



O índice esteve em baixa por todo o dia, para o lucro dos estrangeiros que haviam aumentado em muito sua posição vendida, até ontem. O volume foi crescendo gradualmente para atingir 62 mil contratos (à vista, o volume foi fraco), sugerindo a possibilidade da realização de coberturas. Os indicadores não deram sinal de repique, mas vão chegando a valores baixos em suas escalas.

Abertura

Antecipando um pouco o seu ritmo habitual, os mercados globais estão em realização de lucros no dia de posse do novo governo americano, o que pode parecer sensato já que milagres são raros, mas está sendo um pouco surpreendente para a mídia: no Japão, o Nikkei225 perdeu 2,31%, na Europa, o Stoxx50 cede perto de 1% e os futuros americanos recuam cerca de 1,2% e já estiveram pior. Os juros subiram no open market e o dólar subiu um pouco, sem maiores repercussões sobre as comodities. Há uma diferença grande entre o futuro do petróleo WTI para fevereiro (US$ 40) e o de janeiro (US$ 33, últimas negociações hoje). Por aqui, a Bovespa fechou em baixa ontem, com volume muito reduzido e em sua maior parte composto pelo exercício das opções, que foi dentro do esperado. As corretoras internacionais estiveram compradoras no saldo, depois de oito dias na venda, mas aumentou muito o aluguel de ações nas blue chips e o descoberto no futuro do índice, o que mostra que há fortes apostas num a baixa nesta semana. No pré-pregão, o Fut. Fevereiro está caindo cerca de 0,5%, com mil contratos negociados até agora.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Corretoras internacionais, final do dia

Em mais um dia de movimento reduzido, a mudança de posição de uma das corretoras (Morgan Stanley + 90), fez os saldos compradores (+ R$ 198 MM), superarem os vendedores (- R$ 107 MM, JPMorgan - 47), deixando um saldo comprador de + R$ 89 MM, depois oito dias seguidos onde a venda predominou.

Fechamento (futuro)


Como se esperava, o dia foi de poucos negócios( 30 mil contratos) e pouca oscilação, abrindo em alta e cedendo gradualmente até o final. Tudo ocorreu abaixo da MM de 200 barras e em cima da 21 barras, que poderá continuar servindo de suporte. Os indicadores estiveram fracos, abaixo de suas respectivas MM, mas o mercado está indefinido.

Abertura

Ainda vivendo a expectativa do novo governo americano (por lá, feriado hoje e futuros funcionando parcialmente, com alta em torno de 0,7%), os mercados globais operam com liquidez menor e seguem em alta: no Japão, o Nikkei225 ganhou 0,32% e na Europa, o Stoxx50 vai subindo 0,4. Entre as moedas e as comodities, movimento menor também e poucas alterações. Por aqui, a Bovespa terminou sexta-feira com leve alta e hoje tem o vencimento das opções de janeiro, com exercício previsto de cerca de R$ 1 bilhão, especialmente com cerca de 30 MM de PETR4 (46 MM virando pó) e perto de 13 MM de VALE5 (59 MM virando pó). No pré-pregão, o Fut. Fevereiro está subindo cerca de 1,1%, com 1.500 contratos negociados até agora e não está prometendo maiores oscilações.

sábado, 17 de janeiro de 2009

Indicadores gerais do mercado


As linhas do Ibovespa (fechamentos) e de avanço-e-declínio ainda não conseguiram superar suas respectivas resistências, mas retratam a formação de um patamar com ligeira inclinação altista. O MFI (Money Flux Index) e o STI (Short Term Index) estão em meio de escala, indefinidos.

Verdades e Mentiras da Bolsa

Está disponível em Verdades e Mentiras da Bolsa , a Edição 419 desta carta semanal de investimentos, com os seguintes assuntos:

"O Rouba-Monte continua ", sobre os acontecimentos da semana;
"Panorama da MédiaJG" , na seção de análise técnica.

Estão de volta o "Curso Avançado", em formato de consultoria (para quem opera em homebroker) e o "Curso de Introdução à Análise Técnica por e-mail".

Relançada também a administração de carteiras individuais, com diálogo permanente.

Ainda os destaques da semana (Itaubanco pn, Eletrobrás on e All América Lat units).

Comentários sobre todas essa matérias podem ser feitos aqui no Blog.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Corretoras internacionais, final do dia

Num dia menos movimentado, este grupo apresentou saldos modestos, ainda as vendas (-R$ 113 MM, Morgan Stanley - 31) superando as compras (+R$ 81 MM, Credit Suisse + 38), ficando o saldo vendedor em apenas - R$ 32 MM.

Fechamento (futuro)


Abrindo com gap para cima, mas ainda num mercado indeciso, o índice logo entrou em ajuste e veio a cobrir a brecha, caindo ainda mais um pouco e voltando a reagir nas horas finais. Os negócios atingiram 46 mil contratos e estiveram acima da MM de 200 barras, salvo um pequeno intervalo no início da tarde. Os indicadores esticaram muito e recuaram, terminando praticamente em cima de suas médias móveis. Isso deixa o mercado indefinido.

Entrevista de hoje no Infomoney

O link é este: Entrevista

Abertura

Todos os mercados globais operam em alta (ou em repique...), o que parecia há mais tempo um fato inevitável, tratando-se das vésperas da posse do governo Obama. Isso lança uma suspeição de manipulação sobre as baixas do final da semana passada e desta semana, atribuídas a novos problemas dos bancos internacionais. Hoje, os bancos sobem, mesmo apresentando prejuízos bem maiores do que o esperado, diante da desculpa do socorro do governo americano (ao Citigroup e ao Bank of America), cuja intenção de seguir essa linha de ação foi declarada e confirmada desde mo ano passado. No Japão, o Nilkkei225 ganhou 2,58%, na Europa o Stoxx50 vai subindo quase 3% e os futuros americanos quase 2%, até o momento. Num ajuste paradoxal, os juros americanos sobem e o dólar cai entre as moedas, promovendo também acertos para cima na maioria das comodities. Por aqui, a Bovespa reverteu com igual força a baixa inicial, com volume maior e apesar da manutenção dos esforços de derrubada das corretoras internacionais (o saldo do aluguel das blue chips voltou também a subir...). Hoje, no pré-pregão, o Fut. Fevereiro está subindo cerca de 1,9%, com cinco mil contratos negociados até agora e tende a esticar seu repique durante o dia.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Corretoras internacionais, final do dia

Mais um dia de predominância das vendas neste grupo: - R$ 316 MM(Credit Suisse - 105, Citi - 95, Merrill Lynch -72), enquanto que os saldos compradores somavam apenas + R$ 84 MM (Deutsche Bank + 23), ficando um saldo vendedor de - R$ 232 MM.

Fechamento (futuro)


Abrindo em baixa e recuando até as 16 horas, o índice acabou repicando com força nas duas horas finais, voltando a tocar a MM de 200 barras. Os indicadores, que sugeriam que esse repique ocorresse, subiram nbastante, mas ainda há espaço para mais repique amanhã.

Abertura

O mal estar em relação aos bancos ainda continua, mas amainou um pouco com um resultado melhor do que o esperado do J.P.Morgan Chase (ainda que com grande redução dos lucros) e no mercado americano, depois da forte baixa de ontem, os futuros agora operam com leves baixas. No Japão, o Nikke9i225 teve forte recuo de 4,92% depois da divulgação de um baixo nível de encomendas de equipamentos. Na Europa, as blue chips esboçam pequena reação e o Stoxxs50 está subindo cerca de 0,3%. Com os juros cedendo ainda mais no open market e o dólar assim mesmo se valorizando entre as moedas, entende-se que há uma corrida de recursos globais para os títulos do governo americano, nas vésperas da posse de nova equipe. Por aqui, a Bovespa teve forte baixa ontem, macaqueando as Bolsas estrangeiras, ao ponto de derrubar as cotações nos grandes bancos, cuja realidade é inversa à dos estrangeiros...As corretoras internacionais, inclusive as ligadas a grupos de sobrevivência duvidosa, comandaram as vendas, dando-se ao luxo de divulgar rebaixamentos de classificação para instituições financeiras brasileiras... Hoje, no pré-pregão, o Fut. Fevereiro está perdendo perto de 0,7%, com 2.500 contratos negociados até agora e está devendo um repique mais forte, a julgar pelos indicadores intraday.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Corretoras internacionais, final do dia

Continua a venda pesada de algumas, somando - R$ 325 MM de saldos vendedores líquidos (Credit Suisse - 123, Morgan Stanley - 101, JPMorgan - 97), enquanto que as compras eram modestas, + R$ 78 MM (Merrill Lynch + 36), ficando um saldo vendedor de - R$ 247 MM.

Fechamento (futuro)


Abrindo em baixa forte, sob o pretexto de seguir os mercados externos, o índice foi recuando até o início da tarde (cobriu um gap deixado no fim do ano...) , abaixo da MM de 200 barras; depois, foi repicando gradualmente e acelerou um pouco na hora final, negociando 57 mil contratos, mas terminando ainda com baixa acentuada. Os indicadores melhoraram com a reação final, deixando novamente perspectiva de repique para amanhã, pois até divergência altista apareceu.

Ranking de PETR4 e VALE5



Restando uma hora de pregão, vejam como (apesar da queda na cotação e do noticiário negativo) as principais corretoras estão fazendo apenas giro, são pouco relevantes os compradores/vendedores líquidos. Ou seja, o famoso rouba-monte...

Abertura

Atrasada...

O início de mais uma temporada de resultados, que começam a aparecer naturalmente ruins, mantém pessimistas os mercados globais, especialmente quanto ao setor financeiro. É mais uma prova do imediatismo das reações dos investidores, como se esperassem milagres nos balanços...Mesmo assim, houve pequenas reações ontem e o mesmo poderá acontecer nos próximos dias. No Japão, o Nikkei225 ganhou escassos 0,29%,, depois da forte queda de ontem. Onde o pessimismo parece maior é na Europa, onde o Stoxx50 vai perdendo mais 1,8% até agora, enquanto que nos Estados Unidos, os futuros cedem perto de 0,7% até agora. Entre moedas e comodities, mais ou menos os mesmos preços de ontem. Por aqui, a Bovespa teve o repique esperado durante o pregão de ontem, mas acabou cedendo de novo no final e a recuperação acabou sendo pequena. As corretoras internacionais continuam mais na venda, uma delas insistindo em derrubar a PETR4, que teve inclusive mais um aumento no saldo de ações alugadas. Hoje, no pré-pregão, o Fut. Fevereiro está perdendo perto de 0,6%, com dois mil contratos negociados até agora, e poderá repetir o desempenho de ontem, com repique intraday.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Corretoras internacionais, final do dia

O grupo se manteve na venda, com valores menores do que ontem: na venda, - R$ 168 MM (Credit Suisse - 92) e na compra +R$ 63 MM (Citi + 28), restando um saldo vendedor final de - R$ 105 MM.

Fechamento (futuro)


Abrindo ainda em baixa, rapidamente o índice confirmou o previsto, repicando com alguma intensidade e voltando a ceder no final, mas mantendo-se acima da média móvel de 200 barras. A média móvel de 21 barras serviu agora de resistência e o movimento subiu para 67 mil contratos. Os indicadores subiram e se mantiveram firmes, sugerindo que o repique possa ser consolidado amanhã.

Abertura

Os mercados globais continuam passando por momentos de pessimismo, ainda que sem novos fatos estejam sendo divulgados: no Japão, o Nikkei225 perdeu 4,78%, na volta de mais um feriado, enquanto que na Europa o Stoxx50 vai recuando perto de 2,5%. Nos Estados Unidos, os futuros estão em baixa de 0,7% até agora e o dólar segue ganhando entre as moedas. Com isso e mais a atmosfera de preocupações, a maioria das comodities vai se ajustando para baixo. Por aqui, a Bovespa teve um dia bem fraco ontem, com destaque para as corretoras internacionais de sempre, que voltaram a vender grandes lotes das blue chips, no caso de PETR4 usando de ações alugadas em parte. Hoje, no pré-pregão, o Fut. Fevereiro está perdendo perto de 1,4%, com dois mil contratos negociados até agora, podendo surpreender com algum repique, pela posição dos indicadores intraday.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Corretoras internacionais, final do dia

Para o volume geral do dia, as vendas deste grupo até estiveram pesadas, chegando a -R$ 361 MM (Morgan Stanley - 164, Credit Suisse - 118), enquanto que as compras não passavam de +R$ 64 MM (Merrill Lynch + 22), sempre numeros líquidos, deixando um saldo final de -R$ 297 MM.

Fechamento (futuro)



Negociando 49 mil contratos, o índice já abriu com gap para baixo e foi caindo até o final, sem repiques, atingindo de volta a média móvel de 200 barras. Além desse fato, que sugere uma região de suporte, a configuração de um topo duplo também já teve cumprida a sua fórmula de medida aproximada. Os indicadores ainda estão fracos, mas fecharam com pequena reação. Amanhã, pode aparecer um repique.

Abertura

Em nova alternância de direção, o dólar voltou a se valorizar entre as moedas, por pretextos diversos, fazendo recuar muitas cotações de comodities como o petróleo, por exemplo. No Japão, foi feriado e na Europa, o Stoxx50 das blue chips está recuando em torno de 0,8%, enquanto que o futuro do S&P500 opera praticamente inalterado, depois de uma sexta-feira fraca. Por aqui, a Bovespa também operou em baixa na sexta-feira, com um movimento um pouco menor. Hoje, no pré-pregão, o Fut. Fevereiro está perdendo perto de 1%, com apenas mil contratos negociados até agora, ainda indefinido.

sábado, 10 de janeiro de 2009

Verdades e Mentiras da Bolsa

Está disponível em Verdades e Mentiras da Bolsa , a Edição 418 desta carta semanal de investimentos, com os seguintes assuntos:

"O descolamento ", sobre os acontecimentos da semana;
"A Onda IV" , na seção de análise técnica.

Estão de volta o "Curso Avançado", em formato de consultoria (para quem opera em homebroker) e o "Curso de Introdução à Análise Técnica por e-mail".

Relançada também a administração de carteiras individuais, com diálogo permanente.

Ainda os destaques da semana (Rossi Residencial on, Siderurgica Nacional on e Telemar on ).

Comentários sobre todas essa matérias podem ser feitos aqui no Blog.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Corretoras internacionais, final do dia

Mais um dia de saldos pequenos, hoje predominantemente vendedor ( - R$ 174 MM, Morgan Stanley - 40), com apenas + R$ 23 MM de saldos credores (JPMorgan +11), restando um saldo vendedor dee - R$ 151 MM.

Fechamento (futuro)



Abrindo em alta e chegando a superar a máxima de ontem, o índice desabou com a primeira hora fraca do mercado americano; entretanto, como ontem, passou a se recuperar no início da tarde, sem alcançar os máximos anteriores (50 mil contratos negociados). Os indicadores fizeram a mesma gangorra, o IFR terminou fraco e o DCCI um pouco melhor. Mercado segue indefinido.

Abertura

A expectativa de cifras ruins para a situação do emprego nos Estados Unidos, a serem divulgadas daqui a pouco, está reduzindo os juros por lá e enfraquecendo novamente o dólar entre as moedas. Entre as comodities os metais não ferrosos seguem subindo, por conta de sinais de compras diretas pelo governo chinês. No Japão, o Nikkei225 perdeu 0,44% e na Europa (Stoxx50) e nos futuros americanos, até agora, temos baixas nesse mesmo nível. Por aqui, mesmo com menor movimento, a Bovespa reverteu no final de ontem a acomodação que estava em curso, com uma puxada nos principais papéis feita pelas corretoras internacionais, de repente e sem grandes compras (o saldo do dia até foi vendedor). Hoje, no pré-pregão, o Fut. Fevereiro sobe +0,4%, negociando apenas 600 contratos e assim, com aspecto indefinido.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Corretoras internacionais, final do dia

Novamente apresentando saldos modestos, estas corretoras passaram a compradoras no final do dia, levantando as cotações com pouco volume: os saldos compradores chegaram apenas a +R$ 93 MM (JPMorgan +44, Credit Suisse + 40), sendo superados ainda pelos saldos vendedores, que somaram - R$ 144 MM (Morgan Stanley - 60), deixando um saldo vendedor de - R$ 51 MM.

Fechamento (futuro)


Mantendo-se em acomodação como esperado, pela maior parte do pregão, o índice teve forte repique nas horas finais, já que o giro das corretoras internacionais de repente passou a comprador nas principais blue chips, negociando 53 mil contratos. Os indicadores fizeram a mesma trajetória, terminando bem acima de suas médias móveis. Teoricamente, o repique tenderia a continuar amanhã.

Abertura

Depois de uma série de altas seguidas, algumas delas relevantes, os mercados se acomodaram ontem e assim prosseguem hoje, com o exagero habitual na maioria dos casos: por exemplo, no Japão, o Nikkei225 perdeu 3,92%. Na Europa, o Stoxx50 das blue chips está caindo perto de 1% e nos Estados Unidos, o futuro do S&P500 opera em estabilidade até agora, depois das perdas fortes de ontem em todos os índices locais. O dólar até recuperou-se ligeiramente entre as moedas, enquanto nas comodities, o petróleo e o ouro seguem ampliando as perdas ocorridas também ontem. Por aqui, a Bovespa movimentou menos ontem e teve perdas consideráveis, após ganhar bastante em seis altas seguidas. O giro das corretoras internacionais foi modesto e quem tinha arriscado uma venda em PETR4, com um bom lote alugado logo depois do Natal, zerou ontem, escapando de um prejuízo que estava crescendo. Hoje, no pré-pregão, o Fut. Fevereiro vai operando com leves ganhos de 0,25% e volume razoável e o mercado pode tentar suavizar a acomodação em curso.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Corretoras internacionais, final do dia

Num dia de volume menor, os saldos aqui foram também bem reduzidos, de modo geral. Os saldos compradores somaram +R$ 79 MM(JPMorgan + 50, Credit Suisse + 20) e os vendedores foram de - R$ 95 MM (Merrill Lynch -29), ficando o saldo final vendedor em - R$ 16 MM.

Fechamento (futuro)


Como previsto ontem, o índice teve um dia de acomodação, negociando 30 mil contratos, menos do que ontem; a abertura foi já com gap para baixo e na parte da tarde, a movimentação já foi abaixo da média móvel de 21 barras, que seria suporte imediato. Os indicadores estiveram fraco e apenas na hora final ensaiaram um repique mínimo. A indicação é de mais ajuste para amanhã.

Abertura

Na Ásia, resultados mistos: alta no Japão (Nikkei225 + 1,74%) e na Coréia, baixa na China e em Hong Kong. O dólar recuou um pouco entre as moedas, mexendo um pouco com os preços das comodities e os juros cederam ligeiramente no open market. Na Europa (Stoxx50) e nos Estados Unidos (futuros), os índices recuam em torno de 0,6% até agora, depois de seis dias seguidos de alta, numa correção técnica e natural. Por aqui, a Bovespa teve também a sexta alta seguida ontem, ainda com bom movimento, mas com atuação mais moderada das corretoras internacionais, ainda na compra. Hoje, no pré-pregão, o Fut. Fevereiro vai operando com perdas de quase 2% (2 mil contratos negociados) e a acomodação técnica sinalizada pelos gráficos parece que está igualmente em curso.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Corretoras internacionais, final do dia

Com o volume geral semelhante ao de ontem, os saldos deste grupo estiveram bem mais moderados hoje: compradores + R$ 136 MM (Credit Suisse + 64, Deutsche Bank + 51) e vendedores - R$ 89 MM (JPMorgan - 30), ficando o líquido final em +R$ 47 MM, comprador.

Fechamento (futuro)


Com menor movimento (38 mil contratos), o índice abriu em alta, recuou num ajuste e voltou a subir no final, fechando na máxima do dia. O IFR alcançou a linha de retorno e começou a ceder, configurando uma divergência baixista, o DCCI esteve até mais fraco e, novamente, sugerem acomodação para amanhã.

Abertura

Ainda pressionado por uma próxima grande venda de títulos federais, seguem subindo os juros no open market americano e com isso, o dólar continua a se valorizar entre as moedas; além disso, acredita-se que os juros básicos serão reduzidos na Europa e há entusiasmo com o desconhecido plano econômico do governo Obama, ainda por ser anunciado. Isso parece estar aumentando a demanda por metais e petróleo, entre outras mercadorias. No Japão, o Nikkei225 ganhou 0,42%, mas em outros mercados asiáticos as altas foram mais pronunciadas. Na Europa, há quase uma euforia e as blue chips (Stoxx50) estão subindo cerca de 2% até agora, enquanto que os futuros americanos sobem perto de 0,6% em média. Por aqui, a Bovespa teve ontem mais uma alta (já a quinta em seguida) e expressiva, com grande volume e forte giro das corretoras internacionais que vinham se destacando na venda até o fim do ano. Aparentemente, grandes entradas de recursos estão sendo programadas, pois ainda pela ação de agentes internacionais, o real vem se valorizando muito nestes dois dias. Hoje, no pré-pregão, o Fut. Fevereiro apresenta ganho de cerca de 0,8% já com quase 2.000 contratos negociados.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Corretoras internacionais, final do dia

Como na sexta-feira, uma forte pressão de (re)compra por algumas destas corretoras, somando os saldos compradores líquidos +R$ 284 MM (Credit Suisse +97, Pactual + 96, Morgan Stanley+ 32), enquanto que os vendedores somavam apenas -R$74 MM (Citi - 35), deixando um saldo comprador final de +R$ 210 MM (na sexta-feira foram +R$ 374 MM, com Credit Suisse +192 e Morgan Stanley + 82).

Fechamento (futuro)


Após rápida realizaação de lucros inicial, o índice retomou a alta e seguiu firme até o final, sempre acima da média móvel de 200 barras e das linhas de stop móvel também (48 mil contratos negociados). O IFR chegou a um valor bem alto e o DCCI até recuou no fechamento, sugerindo alguma acomodação amanhã.

Indicadores gerais do mercado


As linhas do Ibovespa (fechamentos) e dos avanços e declínios flutuam mais ou menos de forma coerente, ambas a ponto de testar a linha de baixa mais recente. O Money Flow Index e o Short Term Index estão divergindo, o primeiro um pouco esticado e o segundo mais fraco, ambos no miolo de suas escalas, indefinidos.

Abertura

No fim de ano, o mercado americano passou a dar importância ao desconhecido plano do novo governo Obama e as ações foram subindo, puxando os juros para cima e com isso, fortalecendo o dólar entre as moedas e enfraquecendo algumas comodities (o petróleo, ao contrário, voltou a subir. Hoje, os mercados globais começam a refletir a mesma visão otimistas, fortalecendo bastante o dólar e com isso, mantendo a animação nos mercados do Japão (Nikkei225 + 2,07%) e na Europa (Stoxx50 + 1,35%), enquanto que nos Estados Unidos, os futuros operam inalterados e os juros subiram ainda mais no open market (10 anos: 2,45% a.a. vindo de 2,10%). Por aqui, a Bovespa teve forte alta na sexta-feira, mesmo com volume pequeno, face a grandes recompras das corretoras internacionais. Hoje, no pré-pregão, o Fut. Fevereiro apresenta ganho de cerca de 0,6% com pouco mais de 1.100 contratos negociados.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Fechamento (futuro)


Abrindo já com pequeno gap para cima, o índice subiu vertiginosamente até o final, sempre acima da média móvel de 200 barras. O volume, entretanto, não chegou a 15 mil contratos...Os indicadores esticaram bastante, sendo que o DCCI já fechou convergindo para sua média móvel. Mercado indefinido.

Abertura

Para a satisfação dos supersticiosos, o primeiro dia de negócios na maioria dos mercados de ações está sendo de alta, refletindo algum otimismo, depois de um ano muito ruim. No Japão e em outros países asiáticos, é feriado, mas onde houve negócios, as cotações subiram. Na Europa, as blue chips do Stox50 vão subindo cerca de 2,3% (mineradoras em destaque) e os futuros americanos, até agora, apresentam ganhos de 0,6%. Os juros por lá subiram ligeiramente e o dólar vai reagindo um pouco entre as moedas. Poucos negócios nas comodities, com baixa do petróleo e dos metais preciosos e alta nos metais em geral e nos alimentos. Por aqui, com previsão de mais um dia de movimento fraco, no pré-pregão, o Fut. Fevereiro vai ganhando 1,7% com apenas 500 contratos negociados.

Media JG, comparação

MediaJG


É uma média aritmética de 11 blue chips, base 31/12/1999=100 e levando os direitos distribuidos em consideração.<>p>

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