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terça-feira, 2 de setembro de 2008

Corretoras internacionais, às 14:21 h

As contas estão relativamente equilibradas: +R$ 98 MM dos compradores (Morgan Stanley + 46) e - R$ 85 MM dos vendedores (Pactual - 26), deixando um saldo comprador de + R$ 13 MM, num dia que parecia que ia ser movimentado, mas que depois das 12 h deu uma boa parada.

Líderes no intraday (1 minuto- ponto&figura)


Um retângulo parece que vai sendo configurado e pode ser "operável" nesta fase de consolidação.

Abertura

Com o furacão Gustav fazendo menos estragos do que previsto, o petróleo cedeu bastante e opera em torno de US$ 107 (WTI); mais uma vez, fica mais do que comprovado que a sua alta anterior, como a de muitas comodities, não tinha relação com a oferta e a procura. Os mercados estão reagindo favoravelmente: no Japão, entretanto, o Nikkei225 ainda caiu 1,75%, por conta dos atuais problemas políticos que levaram à renúncia do Primeiro Ministro. Na Europa, o Stoxx50 vai ganhando cerca de 0,7% e os futuros americanos sobem em torno de 1%, até agora. Por aqui, depois do previsível pregão esvaziado de ontem, que operou em baixa, o pré-pregão mostra o Fut. Outubro caindo cerca de 1,2% com grande movimento, com muita gente tentando se antecipar a uma provável queda na cotação da Petrobrás, em cima da mania de correlacioná-la com o preço do petróleo, por mais que os balancetes da empresa comprovem que a queda na cotação, nas condições atuais, apenas a favorecem...A mídia internacional registra a opinião muito favorável de grandes analistas quanto aos próximos meses da Vale que, não obstante, é capaz de ceder também por aqui, apenas porque "as comodities estão caindo", apesar da previsão de que o minério será aumentado em mais 20% em 2009. São oportunidades de compra para quem visa prazos mais longos.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Abertura

O feriado americano reduz a liquidez em todo o mundo. Na sexta-feira, os índices estiveram fracos por lá, por conta de realização de lucros. Com isso, o Nikkei225 perdeu hoje 1,82% e as blue chips européias vão recuando cerca de 0,4%, até agora. O furacão que ameaça o Golfo do México perdeu um pouco de intensidade e com isso, o petróleo está devolvendo um pequeno aumento que teve na semana passada. Os futuros americanos funcionam parcialmente e estão com leves quedas. No pré-pregão, o Fut. Outubro vai perdendo perto de 1% com raros negócios.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Fechamento (futuro)


Num dia ainda mais fraco que os anteriores (apenas 42 mil contratos negociados), uma rápida alta inicial reverteu para a acomodação prevista, com fechamento muito fraco. Os indicadores cederam até por volta do meio da escala e não fosse o volume baixo, a sugestão seria de mais acomodação no próximo pregão.

Corretoras internacionais, às 15:37 h

Em mais um dia de movimento fraco, os compradores somam +R$ 108 MM (Santander + 38) e os vendedores - R$ 130 MM (Credit Suisse - 57), deixando até agora um saldo vendedor para o grupo de - R$ 22 MM.

Abertura

A revisão do crescimentro do PIB americano, no segundo trimestre, para 3,3% a.a., surpreendeu, pois há meses o mercado é bombardeado com previsões catastróficas sobre a "pior recessão do após guerra", mesmo com sucessivas cifras setoriais mostrando que a coisa não era tão feia assim. O mais patético, naturalmente, eram os "sábios" locais, repetindo o que viam na TV estrangeira e ignorando os bons fundamentos do Brasil. Com tudo isso, houve forte alta nos índices americanos e hoje, os futuros operam em estabilidade, até agora. No Japão, o governo anunciou seu plano de estímulo à economia e o Nikkei225 ganhou 2,38% com grande demanda ( até fortaleceu o yen). Na Europa, depois da alta de ontem, as blue chips do Stoxx50 sobem levemente, perto de 0,2%. Por aqui, mais um dia de repique, mas o volume alto inicial (grandes compras ou recompras de uma corretora internacional) não se manteve e terminou na atual média baixa. Hoje, no pré-pregão, o Fut.Outubro vai subindo cerca de 0,3%, com volume reduzido. Aparentemente, os argumentos para justificar os atuais preços mais baixos vão escasseando, tanto no campo externo como no interno (o recuo da inflação), mas com o volume corrente uma retomada de alta tende a ser um processo lento.

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