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sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Corretoras internacionais, às 13:30 h
Saldos moderados por enquanto, vendedores com - R$ 218 MM (Morgan Stanley - 97, Credit Suisse -62) e compradores com + R$ 119 MM(JPMorgan + 70), com um saldo vendedor de - R$ 99 MM.
Abertura
Ao não prorrogar a controvertida decisão de suspender vendas a descoberto em cerca de 1.000 companhias, especialmente as do sistema financeiro, a CVM americana (SEC) permitiu uma grande manobra baixista, feita de forma coordenada quando restava uma hora do pregão de ontem e o mercado americano se acalmava, enquanto que o nosso dava novas mostras de tentar se desvincular dos mercados externos, depois de baixas exageradas: os índices americanos despencaram em cerca de 7% e vão arrastando os mercados em todo o mundo. Na Ásia (Nikkei225 – 9,62%) e na Europa (Stoxx50 – 8,7%), recordes negativos, mas os futuros americanos apresentam baixas modestas para esse quadro, em torno de 2%, o que reforça a identificação de uma manobra baixista de curtíssimo prazo. O euro continua fraco e o yen forte, enquanto que a maioria das comodities perde preço. Na Bovespa, tivemos ontem um grande duelo, com uma corretora internacional vendendo cerca de R$ 368 MM líquidos (a matriz está com gravíssimos problemas) enquanto que outra comprava R$ 436 MM líquidos. No pré-pregão, o Fut. Outubro (que vence na próxima semana) vai perdendo 4,7% até agora, com volume regular.
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Fechamento (futuro)

Uma forte baixa inicial foi parcialmente recuperada e o índice chegou a ficar positivo, voltando a perder força nos minutos finais. O volume passou dos 90 mil contratos e os indicadores, com a recuperação, voltaram a terminar acima de suas médias móveis, numa situação teoricamente favorável. Ultimamente, como temos visto, isso não tem funcionado dentro do nervosismo do mercado.
Corretoras internacionais, às 14:54 h
Hoje, a maioria está na compra com +R$ 423 MM (Morgan Stanley + 226 e J P Morgan + 105), os vendedores somam - R$ 140 MM (Merrill Lynch - 62), deixando um saldo alto de + R$ 283 MM. Vale lembrar que nos pregões mais recentes, os investidores estrangeiros operaram muito na venda por corretoras nacionais.
Abertura
A confusão continua: depois de novas baixas ontem, abortando os repiques tentados, o dia começou com pesadas baixas na Ásia (Nikkei225 – 9,38%) e na Europa. Logo, o governo inglês anunciou um plano inédito de ajuda ao sistema financeiro e logo depois, os Bancos Centrais de todo o mundo, em ação coordenada também inédita, reduziram as taxas básicas de juros. Com isso, houve um forte repique imediato, que agora vai amainando outra vez: o Stoxx50 ainda cai em torno de 1% e os futuros americanos tendem à estabilidade. As Bolsas em Moscou e na Indonésia suspenderam suas atividades. Por aqui, a Bovespa até caiu menos do que se pensou, dada a fraqueza dos mercados externos. O que anda disparando é o dólar, que hoje atinge a cerca de R$ 2,45 apesar das intervenções do Banco Central. No pré-pregão, o Fut. Outubro chegou a apresentar alta de quase 1% e agora já cai 2,5% com volume alto. Como se pode ver, o tumulto é grande e irracional e relativamente imprevisível. As autoridades tentam fazer de tudo, mas estão bastante desacreditadas e nada parece acalmar as pessoas.
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