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terça-feira, 18 de novembro de 2008
Corretoras internacionais, final do dia
Saldos pequenos, predominantemente vendedores (- R$190 MM, Credit - 86), enquanto que foram poucos os compradores (+ R$ 23 MM, Pactual +8), ficando um saldo vendedor de - R$ 167 MM.
Fechamento (futuro)

O BLOG esteve em manutenção hoje, até agora.
O índice já abriu pressionado para baixo (gap), reagiu logo a seguir para cobri-lo, mas foi enfraquecendo até despencar na hora final em direção às mínimas. O movimento foi regular para a atualidade (76 mil contratos), até porque o volume á vista foi escasso e pegou muita gente numa armadilha (o mercado americano esteve em alta até o meio da tarde, o que fez serem abertos muitos daytrades, liquidados às pressas no final. Os indicadores estiveram fracos por todo o dia, sempre abaixo de suas médias móveis, sugerindo mais baixa para amanhã, lembrando sempre que passamos tempos estranhos onde, mais do que nunca, tudo pode acontecer no curto prazo.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Corretoras internacionais, final do dia
Saldos moderados, mais vendedores com - R$267 MM (JPMOrgan - 197, Credit - 78), enquanto que os compradores somavam + R$ 132 MM (Pactual + 94), deixando um saldo vendedor de - R$ 135 MM.
Fechamento (futuro)

Abrindo com gap para baixo, em manobra feita com pouco volume (no dia, negociou 65 mil contratos), o índice começou a se recuperar quando se encerrou o fraquíssimo exercício de opções, voltando a ceder um pouco na hora final. Os indicadores, dessa maneira, terminaram acima de suas médias móveis, em mais um dia no qual o mercado se revela mais firme do que os índices americanos ou do que se pensava na baretura... Mesmo assim, a situação ainda não se definiu.
Abertura
A semana passada terminou extremamente nervosa, com fortes oscilações intraday nos mercados e ainda perdas nas cotações. Esta semana começa sem notícias de impacto da reunião do G-20 e um festival de constatações de levíssimas recessões em muitos países (como não apareceu a “pior crise desde 1929”, somos ameaçados com a sua chegada nos próximos meses...). Mesmo assim, na Ásia o ambiente esteve um pouco melhor, com o Nikkei225 subindo 0,71%. Na Europa (Stoxx50 – 1,7%) e entre os futuros americanos (perdendo cerca de 0,7% até agora), a atmosfera está mais carregada por enquanto. Poucas alterações acontecem entre as moedas e as mercadorias. Por aqui, o volume está cada vez menor, facilitando o trabalho da turma da baixa, que tem aumentado o aluguel de ações e mantido seu giro para baixo, o que é sempre explicado como “preocupações com a recessão externa” e graves entrevistas prevendo que a recessão também poderá chegar no Brasil...No pré-pregão, em dia de vencimento de opções já bastante esvaziado, o Fut. Dezembro está sendo derrubado em cerca de 3,4%, com escassos negócios, já tendo seu saldo em aberto reduzido para 93 mil contratos, metade do que era há cerca de uma ano atrás. Encerra-se hoje o prazo regulamentar para a entrega de balancetes trimestrais fechados em 30 de setembro e a surpresa veio com a CSN, que apresentou cifras operacionais recordes e um enorme prejuízo de R$ 1,3 bilhões por conta de aposta em seus próprios ADRs, da qual não se tinha notícia até agora...
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