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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Abertura

O chilique do mercado americano, manipulado ou não, visou alcançar os mínimos do final de 2008, o que mais ou menos foi conseguido; como nada ocorrera de novidade, parecia ser uma manobra de curto prazo e hoje, of futuros já ensaiam um repique, até aqui em torno de 0,6%. Os juros por lá continuam cedendo e o dólar subindo entre as moedas, um cenário pouco comum. No Japão, ainda com problemas políticos, o Nikkei225 caiu mais 1,45% e na Europa, depois de abrir mais fraco, o Stoxx50 ainda apresenta perda em torno de 0,72%, até o momento.
Por aqui, as corretoras internacionais muito compradas neste mês, apesar das vendas da semana passada, foram pegas de surpresa com a súbita queda nos Estados Unidos e venderam pesadamente, em todo o pregão (cerca de R$ 500 MM líquidos...), levando a Bovespa a pesadas desvalorizações e, mais uma vez, sublinhando sua condição de “donos do mercado”. O fato de que devam estar arcando com possíveis prejuízos vultosos nessas aventuras não é um consolo e de qualquer maneira, o saldo do mês ainda é comprador. No vencimento do Fut. Fevereiro, o pré-pregão está com poucos negócios, com ganho de 0,75% para este contrato e de 1% para o Fut. Abril.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Corrretoras internacionais, final do dia

Surpreendidas outra vez com uma súbita baixa do mercado americano, como na semana passada, as corretoras deste grupo correram a vender parte do que vinham acumulando, elevando os saldos vendedores líquidos a - R$ 599 MM (Credit Suisse - 213, Pactual - 190, Morgan Stanley - 149), enquanto os saldos compradores não passavam de +R$ 77 MM (BES + 38), ficando o saldo vendedor final em - R$ 522 MM.

Fechamento (futuro)


Com a inesperada manobra baixista no mercado americano, voltando do feriado, o índice acabou abrindo também já com forte baixa, que se acentuou até o meio da tarde, recuperando-se ligeiramente nas horas finais. O volume foi enorme (114 mil contratos do Fevereiro e ainda 50 mil já no de abril...), sinalizando o processo de rolagem e também o nervosismo do mercado. Os indicadores estiveram fracos, reagindo um pouco no final. Mercado indefinido.

Abertura

Voltando do feriado, especuladores passaram a derrubar os futuros americanos no overnight, com a inexplicável conversa da “preocupação com os bancos e com as montadoras de automóveis”, justamente quando os primeiros sinais de alguma melhoria aparecem no cenário mundial (grande repique dos fretes marítimos, alta nas comodities, enorme demanda por captação via ações por companhias européias etc.) e, talvez, tentando operar contra isso...Isso acabou aumentando a baixa no Japão (Nikkei225 -1,35%), iniciada com a renúncia de um ministro e foi se propagando para a Europa, onde o Stoxx50 recua agora cerca de 1,65%. Aos poucos, os futuros americanos começam a reagir, mas estão ainda com perdas em torno de 1,75%. Na confusão, os juros caíram bem no open market, mas o dólar subiu e, assim mesmo, o ouro também ganhou preço... Por aqui, a Bovespa teve um volume geral fraco, por conta do feriado americano, mas as corretoras internacionais estiveram muito ativas e compradoras, com direito a forte puxada no leilão final e até no after market... O aluguel de ações de Vale e Petrobrás segue subindo, o que ainda não ficou bem explicado: sabe-se quem compra e quem vende, mas não se sabe quem opera com o papel dos outros, o que deveria ser obrigatório. No pré-pregão, com volume alto de quase 4 mil contratos, o Fut.. Fevereiro (vencerá quarta-feira) está perdendo em torno de 2%, mas tende a se recuperar.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Corrretoras internacionais, final do dia

Apesar do feriado americano e com um volume geral menor do que seria normalmente, num dia de vencimento de opções, estas corretoras tiveram giro expressivo e voltaram a apresentar maiores saldos credores líquidos (+R$ 305 MM, Merrill Lynch + 110. Citi + 77, Credit Suisse + 70), enquando que os saldos vendedores somavam - R$ 167 MM (Morgan Stanley - 84, Brascan - 50), ficando um saldo comprador de + R$ 138 MM.

Fechamento (futuro)


Num dia de pouco movimento (28 mil contratos), talvez pelo feriado americano, o índice teve um dia lateral, abrindo e operando em baixa, pouco abaixo da MM de 21 barras e repicando na hora final, para quase fechar estável. Com isso, os indicadores voltaram a terminar acima de suas medias móveis, sugerindo alta para amanhã.

Abertura

Nos Estados Unidos, feriado (Dia do Presidente), ainda sem maiores novidades quanto ao Plano Obama, que deverá ser promulgado nesta semana; os futuros funcionam parcialmente e estão com baixa em torno de 0,4%. No Japão, a queda do PIB no quarto trimestre de 2008 veio maior do que projetado, o governo anuncia novos planos de socorro e o Nikkei225 cedeu apenas 0,38%. Na Europa, os bancos voltam a preocupar, o Stoxx50 está recuando em torno de 0,65% até agora e também os políticos anunciam novos programas de estímulo às economias: é a mesma história em todo o mundo, segundo comentaristas ingleses, os políticos desenvolveram um tal gosto por gastar o dinheiro dos contribuintes, que agora nem pensam duas vezes, convencidos de que apenas eles podem salvar o mundo, resgatando os grandes bancos, a qualquer custo. Por aqui, a Bovespa subiu bem na sexta-feira, como se esperava, ainda com vendas das corretoras internacionais (bem menores) e sempre o Ibovespa mais forte que os índices estrangeiros. O aluguel de ações de Vale e Petrobrás continua subindo, como se a turma que aposta na baixa estivesse fazendo média e aumentando suas paradas...Hoje, vencimento das opções, o volume de exercício deve ser bem maior, passando dos R$ 2 bilhões e isso poderá ter alguma repercussão no curtíssimo prazo, pesando um pouco sobre o mercado à vista. No pré-pregão, com bom volume, o Fut.. Fevereiro (vencerá quarta-feira) está perdendo em torno de 1%.

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