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sexta-feira, 8 de maio de 2009

Futuro do Ibovespa


Com a grande melhoria de humor nos mercados externos, o índice contrariou a sugestão dos gráficos e abriu logo com grande gap para cima, que foi coberto nas duas horas seguintes; depois, voltou a melhorar até o final, fechando perto da máxima do dia. O volume foi de 60 mil contratos e os indicadores tiveram comportamento mais para lateral, deixando o mercado indefinido.

Corretoras internacionais, final do dia

Um dia de saldos bem menores para estas corretoras, com leve predominância para os saldos compradores, que chegaram a +R$ 161 MM (Credit Suisse +89), enquanto os saldos vendedores somavam - R$ 103 MM (Merrill Lynch -41), ficando um saldo comprador de +R$ 58 MM.

Abertura

O mercado americano ainda cedeu ontem, nervoso pela iminência da divulgação dos resultados oficiais dos testes de stress dos bancos americanos, que vazavam há dias via boatos e acabaram plenamente confirmados. A necessidade de capitalização foi considerada moderada e passível de ser resolvida pelo próprio mercado. A situação do desemprego continua ruim, mas menos ruim e com isso os futuros de índices vão ganhando em torno de 1%, até o momento. No Japão, o Nikkei225 ganhou 0,50% e na Europa é que os investidores estão mais confiantes, fazendo as blue chips do Stoxx50 subirem mais de 2%, até o momento. Os juros seguem subindo no open market (10 anos: 3,34% a.a.), bem como a maioria das comodities, nos dois casos pelo aumento da confiança na recuperação das economias. O dólar perdeu um pouco em relação ao euro. Por aqui, a Bovespa esteve ontem em acomodação, como previsto, novamente com bom volume e com as corretoras internacionais vendendo mais do que comprando; o saldo de ações alugadas segue subindo outra vez. Hoje, no pré-pregão, o Fut.Junho sobe 2.1% com volume alto de 7,7 mil contratos.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Futuro do Ibovespa


O índice ainda abriu em alta, mas logo confirmou o que sugeriam os indicadores e desabou, por todo o pregão, com volume de 78 mil contratos. Na queda, foram cortadas para baixo as linhas de stop móvel (parabólico e MM de 21 barras), ao mesmo tempo que os indicadores também desabavam para baixo de suas médias móveis. Ainda que uma reação seja ensaiada, a configuração ainda é baixista.

Corretoras internacionais, final do dia

Poucas destas corretoras fizeram prevalecer os saldos vendedores, que chegaram a - R$ 298 MM (Morgan Stanley - 129, Pactual - 96, JPMorgan - 60), enquanto que os saldo compradores montavam a +R$ 142 MM (Merril Lynch +41), deixando um saldo vendedor de - R$ 156 MM.

Abertura

Depois de rumores negativos, os mercados passaram a grande otimismo em relação aos resultados dos testes de stress dos bancos americanos, que saem hoje, no final do dia. Com isso, o repique vai esticando nas Bolsas: no Japão, o Nikkei225 teve fortes ganhos de 4,55% e na Europa, o Stoxx50 sobe perto de 2%, depois que o Banco Central Europeu reduziu ainda mais os juros básicos da região, no início do dia. Os futuros americanos sobem cerca de 0,8% e os juros também seguem em alta no open market. Com tudo isso, as moedas estão relativamente estáveis, mas as comodities também apresentam ganhos, o petróleo inclusive vai chegando ao preço mais alto do ano. Por aqui, a Bovespa teve a sexta alta seguida, com boa alta e volume igual à média de maio de 2008, mesmo com preços ainda bem menores...As corretoras internacionais operaram bastante, com saldo comprador um pouco menor e com destaque nas duas pontas para corretoras do mesmo grupo, o que não deixa de ser estranho. Outro fato curioso é o forte aumento do aluguel de ações de PETR4 e VALE5, talvez pelo incremento de volume em opções e futuro do índice...O resultado da vale foi dentro do esperado, como adiantado ontem, mas os efeitos do desconto a ser dado nos preços ainda serão sentidos com mais intensidade no restante do ano, o que mantém incertas as suas perspectivas. Hoje, no pré-pregão, o Fut.Junho sobe 1% com volume de 4,3 mil contratos.

Trimestral da Vale

O resultado veio dentro do esperado nas cifras (publiquei ontem que o consenso era em torno de R$ 3 bi de lucro líquido e veio R$ 3,1 bi), resta saber como recebem os comentários da empresa. Surpreendeu favoravelmente o montante físico das vendas, mas a Vale aplicou um desconto provisório de 20% em cerca de 57% das vendas e o preço antigo no restante, o que significa que deverão vir ajustes para menos no futuro, comprometendo ainda mais a perspectiva para 2009.

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