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sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Futuro do Ibovespa


Abrindo em baixa, o índice despencou logo depois, até o início da tarde, recuperando-se um pouco dai até o final, negociando 68 mil contratos. Com isso, a movimentação voltou para dentro do retângulo, não confirmando a tentativa de rompimento para cima. Os indicadores estivera,m fracos e melhoraram alguma coisa no final, mas a situação continua aguardando a definição da figura.

Corretoras internacionais, final do dia

Apesar de ser um dia de volume acima da média, estas corretoras estiveram mais devagar: os saldos compradores foram a +R$ 59 MM (Hedging Griffo +44) e os saldos vendedores a -R$ 147 MM (Pactual - 98), restando um saldo vendedor de -R$ 88 MM.

Ibovespa diário


O índice anda testando uma referência de resistência equivalente a 61,8% (razão Fibonacci) da queda anterior; o repique não tem obrigação de parar por ai, aceita-se até mesmo que supere o topo anterior dos 73 mil e pouco. O que a teoria exige é que o repique se desdobre em apenas 3 sub-ondas e estamos na terceira...O IFR está divergindo de forma baixista, subindo mais devagar do que a cotação. A segunda perna de baixa, por se tratar de uma Onda IV, deve terminar acima dos 29 mil onde parou a primeira perna.

Abertura

Os preços ao consumidor nos Estados Unidos prosseguem mostrando estabilidade e com isso, os juros cederam hoje no mercado aberto, enfraquecendo um pouco o dólar entre as moedas, ainda sem maiores repercussões nas comodities. No Japão, no via de alta: Nikkei225 + 0,76% e na Europa, o Stoxx50 também consegue pequenos ganhos (+0,4%). O futuro do S&P500 opera com leve baixa de 0,1% na expectativa de dados sobre a produção industrial, que saem daqui a pouco. Por aqui, a Bovespa operou ontem com alta e volume acima da média, mas as baixas foram um pouco maiores do que as altas entre as ações dos índices, devido a fortes giros entre os papéis de maior peso pelas corretoras internacionais, ainda com algum saldo final comprador, mas com grandes vendedores também. Segue subindo o nível de ações alugadas e diminuindo a posição comprada pelos estrangeiros no futuro do índice. No pré-pregão, com volume alto de 5 mil contratos negociados, o Fut. Outubro vai operando em estabilidade.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Futuro do Ibovespa


Marcando novos topos e começando a romper a resistência do retângulo, o índice Outubro negociou um bom volume de 70 mil contratos neste novo dia de alta. Os indicadores é que ficaram a maior parte do pregão, justamente a parte final, abaixo de suas médias móveis, sublinhando a indefinição do momento.

Corretoras internacionais, final do dia

Com o movimento geral menor do que o de ontem, mas ainda acima da média, estas corretoras estiveram dividas, mas bastante ativas: os saldos compradores somaram +R$ 301 MM (Pactual +157, Deutsche Bank +54), e os saldos vendedores chegaram a -R$ 220 MM (Morgan Stanley - 132), ficando um saldo comprador de +R$ 81 MM.

Abertura

A perspectiva de que seja muito longo o período de juros baixos, anunciada pelo Fed, e a inesperada (para a maioria...) melhoria nas economias de Alemanha e França vinham animando os mercados mundiais desde ontem, mas cifras americanas sobre o varejo e o emprego, que acabam de ser divulgadas, esfriaram um pouco o entusiasmo. No Japão, o Nikkei225 fechou com +0,79% e na Europa Stoxx50 + 0,9%) e nos Estados Unidos (futuro do S&P500 + 0,6%), os ganhos estavam bem maiores até minutos atrás. O euro valorizou-se entre as moedas e as comodities mostram alguns ganhos até o momento. Por aqui, a Bovespa teve volume inusitadamente alto e boa alta nas cotações, aparentemente face a grandes liquidações e rolagens de estratégias pelas corretoras internacionais, vinculando à vista e futuro do índice (venceu o Fut. Agosto), além de opções. No pré-pregão, com volume enorme de 9 mil contratos negociados, o Fut. Outubro sobe 0,5%, depois de abrir bem mais forte. Voltou a subir o nível de ações alugadas e diminuiu a posição comprada pelos estrangeiros no futuro do índice.

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