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sexta-feira, 30 de abril de 2010

Corretoras internacionais (fim do dia)

Com saldos moderados, o grupo se manteve vendedor, como em todo o mês, somando -R$ 198 MM de saldos vendedores ( Pactual -49, Deutsche Bank -38, Intra -36), enquanto que os saldos compradores chegavam a +R$ 73 MM (Merrill Lynch +44).

Corretoras internacionais, 13:42h

O dia está pouco abaixo da média em volume geral e os saldos até agora são pequenos, mais vendedores por cerca de -R$ 45 MM.

Abertura

Não houve surpresas agora nas cifras do PIB americano, que cresceu 3,2% a.a. no primeiro trimestre, movido pelo consumo pessoal. O mercado americano, que teve um bom repique ontem (do “susto” com a Europa...), vai operando por enquanto bem perto da estabilidade (futuro do S&P500). No Japão, o Nikkei225 ganhou + 1,21% e na Europa, o Stoxx50 também está praticamente estável, depois de reagir ontem. Os problemas de Grécia e outros seguem agitados, com greves e manifestações políticas locais. Mesmo assim, o euro segue se recuperando lentamente e as comodities também. Por aqui, a Bovespa repicou com força, mas com um volume abaixo da média e com praticamente todas as corretoras internacionais operando na venda, somando um alto saldo (-R$ 348 MM). Os saldos de aluguéis de ações diminuíram de novo, salvo o de PETR4 (passou de 60 para 62 MM). A posição comprada por investidores estrangeiros no futuro do índice caiu de +23 para +18 mil contratos. A posição vendida dos mesmos investidores no dólar futuro aumentou muito, de -87 para -111mil contratos, talvez pelo vencimento do contrato do mês. No pré-pregão, o Fut. Junho opera em estabilidade, com 3,7 mil contratos.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Futuro do Ibovespa


Abrindo com peuqeno gap para cima, o índice confirmou a perspectiva sugerida pelos indicadores e subiu por toda a sessão, esticando o repique ontem iniciado e ultrapassando a média móvel de 21 barras, uma possível resistência. O volume foi de 78 mil contratos e os indicadores ficaram bastante esticados. Mercado indefinido.

Corretoras internacionais (fim do dia)

Com a única exceção da Hedging Griffo (saldo comprador de +R$ 11 MM), todas as demais estiveram na venda, somando -R$ 359 MM (Credit Suisse -80, Pactual -76, JPMorgan -71), restando um saldo vendedor de -R$ 348 MM.

Corretoras internacionais, 15:00 h

O grupo está na venda, unanimemente e por cerca de uns R$ 200 MM, até agora.

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Abertura

Apesar da intensidade das baixas de terça-feira, tudo parece não ter passado de mais um desses faniquitos provocados nos mercados em cima de noticiário: os rebaixamentos de notas de crédito de alguns países foram mínimos e os socorros necessários já estavam em plena negociação. Há muito sensacionalismo na mídia e muito ataque especulativo nos derivativos...Ontem, as recuperações já se anunciavam e hoje estão em pleno andamento: na Grécia, os índices sobem mais de 7%, o Stoxx50 europeu vai ganhando 1% e o futuro do S&P500 vai subindo 0,7%, até o momento (no Japão, mais um feriado...). O euro mostra leve reação e as comodities estão mais ou menos na mesma, o petróleo melhorou um pouco. Por aqui, a Bovespa teve uma recuperação moderada ontem, com volume mais alto e afinal um saldo comprador das corretoras internacionais (+R$ 59 MM). Como se poderia esperar, os saldos de aluguéis de ações diminuíram bastante, inclusive o de PETR4 (de 92 para 60 MM). A posição comprada por investidores estrangeiros no futuro do índice subiu de +15 para +23 mil contratos. A posição vendida dos mesmos investidores no dólar futuro diminuiu de -114 para -87 mil contratos. No pré-pregão, o Fut. Junho está subindo 1,4%, com volume de 5,4 mil contratos.

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