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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Abertura
Várias cifras econômicas americanas vieram melhores do que o projetado e por lá, os índices repicaram ontem mesmo e hoje, vão mantendo os ganhos (futuro do S&P500 +0,2% até agora). No Japão, o Nikkei225 perdeu 1,16% mas na China houve alta. Na Europa, as tais “preocupações” com o leilão Frances sumiram ontem mesmo, diante do amplo sucesso da venda, e as “preocupações” com o fato de que os bancos por lá possivelmente terão que reforçar seu capital estão sumindo hoje, rapidamente, na medida em que o Stoxx50 vai ganhando 0,6%, mais uma vez comprovando que são sempre manobras baixistas de curtíssimo prazo. O dólar está mais forte entre as moedas e a maioria das comodities vai tendo ajustes positivos. Por aqui, a Bovespa teve baixa, depois de três altas seguidas, com volume abaixo da média e mínimo saldo vendedor das corretoras internacionais. No aluguel de ações, os saldos de Petrobrás ainda subiram mais e chegam a valores recordes (preferenciais de 115 milhões em 29 de dezembro para 273 milhões ontem...) e os de Vale subiram levemente. A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de -28 para -32 mil contratos. A posição comprada dos não residentes no futuro de dólar passou de +24 para + 44 mil contratos. No pré pregão, o futuro Fevereiro opera em alta de 0,3%.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Futuro do Ibovespa

O índice abriu com grande gap para baixo e num repique imediato, conseguiu cobri-lo; entretanto, voltou a cair, chegando a despencar no meio da tarde, estabilizando no final junto às mínimas. O volume foi de 74 mil cts e os indicadores recuaram bastante, terminando abaixo do meio da escala. Mercado indefinido.
Corretoras internacionais (final do dia)
Os saldos compradores somaram +R$ 277 MM (JPMorgan +194) e os saldos vendedores chegaram a -R$ 285 MM (Morgan Stanley -159), ficando um pequeno saldo vendedor de -R$ 8 MM.
Abertura
Na expectativa de um grande leilão de títulos da dívida francesa, daqui a pouco, os mercados vão sendo derrubados, como sempre acontece, por conta de “preocupações”, surgidas repentinamente: no Japão, o Nikkei225 caiu 0,83%, na Europa, o Stoxx50 vai perdendo 1,3% e nos Estados Unidos, o futuro do S&P500 vai caindo 0,8% até agora. O euro volta a cair, bem como a maioria das comodities, ainda que o petróleo se mantenha firme. Se toda essa apreensão fosse para valer, o leilão deveria ser um fracasso, mas não é o que tem acontecido, obtida uma taxa melhor, as “preocupações” desaparecem... Por aqui, a Bovespa teve uma terceira alta consecutiva, reagindo no final, com volume abaixo da média e ainda saldo comprador das corretoras internacionais. No aluguel de ações, os saldos de Petrobrás ainda subiram (dobraram nos três pregões do ano...) e os de Vale subiram levemente. A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de -30 para -28 mil contratos. A posição comprada dos não residentes no futuro de dólar passou de +5 para + 24 mil contratos. No pré pregão, o futuro Fevereiro opera com baixa de 0,7%.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Futuro do Ibovespa

O índice abriu com gap para baixo e intensificou a baixa até o início da tarde, como haviam sugerido os indicadores; depois, repicou para cobrir o gap e avançar mais um pouco, terminando estável. O volume foi de 57 mil cts e os indicadores ainda terminaram abaixo de suas médias móveis. Mercado indefinido.
Corretoras internacionais (final do dia)
Os saldos compradores somaram +R$ 271 MM (JPMorgan +100) e os saldos vendedores chegaram a -R$ 178 MM (Goldman Sachs -83), ficando um saldo comprador de +R$ 93 MM.
Abertura
Voltando de feriado, no Japão o Nikkei225 subiu 1,24%, mas na Europa, o dia está sendo de realização de lucros (Stoxx50 -1%) e o mesmo vai acontecendo nos Estados Unidos, onde o futuro do S&P500 está perdendo 0,2%, até agora. O dólar recuperou uma fração entre as moedas e as comodities estão mais ou menos nos preços de ontem. Por aqui, a Bovespa teve uma segunda alta forte, com volume acima da média e saldo comprador das corretoras internacionais. No aluguel de ações, os saldos de Petrobrás dispararam muito e os de Vale desceram de novo. A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de -36 para -30 mil contratos. A posição comprada dos não residentes no futuro de dólar passou de + 26 para apenas + 5 mil contratos. No pré pregão, o futuro Fevereiro opera com baixa de 0,6%.
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