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sábado, 19 de outubro de 2013
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Futuro do Ibovespa (sem after market)
O índice chegou a abrir com pequeno gap de alta, que logo foi coberto, iniciando um ajuste que seguiu até o final, como vinham sugerindo os indicadores. OP volume foi de apenas 43 mil cts e os indicadores cederam até o meio da escala. Mercado indefinido.
Corretoras internacionais (final do dia)
Os saldos compradores somaram +R$ 290 MM (Merrill Lynch +135) e os saldos vendedores chegaram a -R$ 226 MM (JPMorgan -99), restando um saldo comprador de +R$ 64 MM.
Abertura
Após breve acomodação, os mercados voltam a se animar com a temporada de resultados e boas cifras econômicas chinesas: na Ásia, alta geral, exceto o Nikkei225 que perdeu 0,17% por conta de um yen valorizado; na Europa, onde o euro também ganha vs o dólar, o Stoxx50 vai subindo 0,4% e nos Estados Unidos, o futuro do S&P500 ganha o,3%, até agora. O dólar mais fraco faz cair também os juros no open market, enquanto que a maioria das comodities opera em relativa estabilidade. Por aqui, o Ibovespa fechou em baixa, com volume pouco acima da media de setembro (incluindo grande exercício antecipado de opções de Vale e de OGX) e com grande saldo comprador das corretoras internacionais. No aluguel de ações líderes, todos os saldos subiram um pouco. A posição comprada dos investidores não residentes no futuro de dólar passou de +174 mil para +168 mil contratos. A posição comprada dos investidores estrangeiros no futuro do índice Dezembro passou de +24 mil para +28 mil contratos. No pré pregão, o novo futuro Dezembro opera em alta de 0,2%.
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Futuro do Ibovespa (sem after market)
O índice teve um dia de lado, tentando consolidar os ganhos recentes. O volume foi de apenas 54 mil cts e os indicadores seguem mais fracos.
Corretoras internacionais (final do dia)
Os saldos compradores somaram +R$ 631 MM (Pactual +289) e os saldos vendedores chegaram a -R$ 156 MM (BES -100), deixando um grande saldo comprador de +R$ 475 MM.
Abertura
Encerrado o atual capítulo da novela política americana, com o resultado que era óbvio (adiamento da crise para daqui a poucos meses), os mercados estão seguindo a sua velha regra de realizar lucros quando fatos esperados se confirmam: no Japão, o Nikkei225 ainda ganhou 0,83%, mas na Europa, o Stoxx50 vai perdendo 0,4% e nos Estados Unidos, o futuro do S&P500 está com baixa de 0,1%, até agora. O dólar está mais fraco entre as moedas e a maioria das comodities tem pequenos repiques. Por aqui, o Ibovespa fechou com a sexta alta seguida, com volume muito acima da media de setembro (exercício de opções: R$ 6,1 BB) e com saldo vendedor das corretoras internacionais. No aluguel de ações líderes, os saldos recuaram, exceto o de VALE3. A posição comprada dos investidores não residentes no futuro de dólar passou ficou em +174 mil contratos. A posição comprada dos investidores estrangeiros no futuro do índice Dezembro passou de +17 mil para +24 mil contratos, com a rolagem. No pré pregão, no dia do seu vencimento, o novo futuro Dezembro opera em alta de 0,1%.
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