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quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Futuro do Ibovespa


Abrindo com gap para baixo, abaixo do suporte do retângulo, o índice novamente erecuou até sua média móvel de 200 barras, de onde repicou com mais força, subindo até terminar na máxima do dia, de novo dentro da figura. O volume foi alto para um dia em geral fraco (67 mil contratos) e os indicadores, depois de queda inicial, subiram acima de suas próprias médias móveis pelo restante do dia. Aguarda-se a definição do retângulo.

Corretoras internacionais, final do dia

Em mais um dia de volume abaixo da média recente, estas corretoras tiveram atuação bem discreta: os saldos compradores somaram +R$ 51 MM e os vendedores -R$ 89 MM, deixando um pequeno saldo vendedor de -R$ 38 MM.

Abertura

O repique de ontem foi relativamente fraco, em todo o mundo, dando lugar hoje a novas derrubadas, novamente a partir de queda na Bolsa chinesa (pequena em proporção à economia local...), que de vez em quando serve de pretexto para movimentos em qualquer direção. No Japão, o Nikkei225 cedeu 0,79%, enquanto que na Europa (Stoxx50) e nos Estados Unidos (futuro do S&P500), os índices estão perdendo 1% até o momento. As comodities estão em baixa, bem como os juros no open market, mas entre as moedas, as alterações são poucas. Por aqui, o volume estreitou muito ontem; as corretoras internacionais tiveram saldo vendedor, o que limitou o repique. Continuou subindo o nível do aluguel de ações da Vale e da Petrobrás, permanecendo igual a posição comprada dos estrangeiros no futuro do índice. No pré-pregão, o Fut. Outubro vai recuando 1,4% com volume alto de 6,2 mil contratos.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Futuro do Ibovespa


Como previsto, o índice repicou, abrindo com boa alta e depois andando de lado, retornando para cima do suporte do triângulo; o volume foi de 52 mil contratos e o gap de baixa da véspera ainda está em aberto. Os indicadores ficaram todo o pregão acima de suas médias móveis e o cenário é de que o retângulo se mantenha por mais algum tempo.

Corretoras internacionais, final do dia

No dia de volume abaixo da média, mas de alta, estas corretoras foram mais vendedoras: os saldos vendedores somaram -R$ 215 MM (JPMorgan -87, Credit Suisse -85) e os saldos compradores chegaram exatamente a +R$ 100 MM (Deutsche Bank +40), restando um saldo vendedor de -R$ 115 MM.

Abertura

O repentino pânico que assolou os mercados ontem, sem motivo relevante, está passando também rapidamente, sem fatos novos: no Japão, o Nikkei225 subiu 0,16%, na Europa, o Stoxx50 das blue chips vai ganhando 0,5% e o futuro do S&P500 está subindo 0,4%, até o momento. Moedas, juros e comodities seguem relativamente inalterados, a não ser o petróleo que está com um repique mais forte. Por aqui, o vencimento das opções até apresentou um exercício forte (R$ 2,7 bilhões), liderado por uma corretora internacional em Vale, mas nada disso evitou uma forte baixa, imitando as “preocupações” globais. As explicações para o ocorrido são tão idiotas que nem vale a pena comentar. Seguiu aumentando o aluguel de ações da Vale e da Petrobrás e seguiu diminuindo a posição comprada dos estrangeiros no futuro do índice. No pré-pregão, o Fut. Outubro ganha 0,5% com volume razoável de 4 mil contratos.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Futuro do Ibovespa


Abrindo com grande gap para baixo e logo ultrapassando o suporte do retângulo, o índice alcançou a média móvel de 200 barras e por ali ficou até o final, negociando 47 mil contratos, volume fraco. Tivemos então um rompimento inversamente simétrico ao que já havia ocorrido, fato não tão raro e que sinaliza boa possibilidade de que a figura se mantenha por mais algum tempo, uma coisa compensando a outra. Os indicadores cairam também, melhorando ligeiramente no final.

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