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quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Futuro do Ibovespa


Inicialmente, o índice tentou uma reação, recuou e voltou a melhorar; a ação ocorria abaixo do suporte do retângulo, que serviu de resistência, na medida em que na hora final, o índice recuou dessa linha para o mínimo do dia. O volume foi regular, 54 mil contratos, e os indicadores seguiram essa movimentação, fechando nas mínimas. O sinal é de que mais acomodação possa ocorrer amanhã.

Corretoras internacionais (fim do dia)

Apesar do volume geral ter recuado hoje, ficando abaixo da média recente, estas corretoras estiveram muito ativas hoje: os saldos compradores chegaram a +R$ 214 MM (Pactual +202) e os saldos vendedores foram de -R$ 302 MM (Morgan Stanley -134, Credit Suisse -75), ficando um saldo vendedor de -R$ 88 MM.

Abertura

Como os mercados ocidentais seguiram em baixa forte ontem, sem a desculpa de quedas na China, hoje foi o dia de caírem os mercados asiáticos, que ontem estiveram mais firmes: o Nikkei225 perdeu 2,37%, mas na China, as ações voltaram a subir. Na Europa, o Stoxx50 está caindo perto de 1% e o futuro do S&P500 recua 0,3%, até o momento. Como as estatísticas econômicas continuam sendo favoráveis, o movimento está sendo entendido como ajuste temporário. O dólar ganhou um pouco de terreno e as comodities seguem em baixa, que ontem foi mais forte. Por aqui, a derrubada continuo ontem (corretoras internacionais: -R$ 168 MM), depois de uma tentativa de recuperação inicial. O aluguel de ações e a posição comprada pelos estrangeiros no índice futuro ficou mais ou menos na mesma. No pré-pregão, o Fut. Outubro tem baixa de 0,4%, com volume alto de 8 mil contratos. O debate em torno da capitalização da Petrobrás continua sendo um desfile de besteiras através da mídia e a maioria dos grandes bancos internacionais estão recomendando a compra das ações da empresa, enquanto seus clientes vendem no mercado...

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Futuro do Ibovespa


Abrindo em repique, como estava previsto, o índice não se sustentou e voltou a ceder pelo restante do pregão, passando abaixo da média móvel de 200 barras e parando no suporte do retângulo. O volume foi alto (87 mil contratos) e os indicadores cederam menos do que as cotações, iniciando uma divergência altista.

Corretoras internacionais (fim do dia)

O volume geral foi médio e estas corretoras seguiram sendo mais vendedoras: os saldos vendedores somaram -R$ 240 MM (Credit Suisse -144) e os saldos compradores chegaram a +R$ 72 MM (Citi +49), ficando um saldo vendedor de -R$ 168 MM.

Abertura

Os mercados asiáticos se recuperaram parcialmente hoje (no Japão, Nikkei225 +0,36% e em Shangai, o SCI ganhou 0,6%) , mas na Europa (Stoxx50 – 1%) e nos Estados Unidos (futuro do S&P500 – 0,5%), as perdas de ontem vão sendo ampliadas. Isso demonstra que a China foi apenas um pretexto para uma realização de lucros normal. Entre moedas e comodities, quase não ocorrem alterações. Por aqui, o evento do pré-sal serviu para uma grande derrubada nas ações da empresa, que se estendeu à maioria dos outros papéis, por parte das corretoras internacionais (saldo vendedor de –R$ 345 MM). O aluguel de ações diminuiu um pouco, à exceção de VALE5. A posição comprada pelos estrangeiros no índice futuro ficou na mesma. No pré-pregão, o Fut. Outubro tem alta de 0,6%, com volume alto de 6,2 mil contratos, cumprindo a praxe de que movimentos bruscos são rapidamente compensados. Há muita desinformação sobre a capitalização da Petrobrás, cujas linhas gerais estão apenas esboçadas e dependerão de longas discussões no Congresso. Uma coisa é certa: trata-se de um evento que nunca pode ser negativo para a empresa (a capitalização), que continua com posição privilegiada em relação à exploração do petróleo no Brasil.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Futuro do Ibovespa


Abrindo com largo gap para baixo, o índice caiu até o meio da tarde, com pequena reação nas duas horas finais; o volume foi apenas regular (50 mil contratos)e com esta queda, voltou-se ao interior do antigo retângulo. Os indicadores cederam bastante e melhoraram no final, ainda em baixos valores da escala. Movimentos bruscos costumam ser compensados rapidamente.

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