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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Futuro do Ibovespa


O índice abriu com pequeno gap para baixo, que foi coberto até o início da tarde por um repique; no resto do dia, seguimos a fraqueza do mercado americano, desabando nas horas finais até a região de suporte. O volume foi enorme (110 mil cts.) e os indicadores cairam bastante, embora ainda não a valores mínimos. Mercado indefinido.

Corretoras internacionais (final do dia)

Um dia de saldos expressivos: os compradores somaram +R$ 514 MM (Credit Suisse +224, especialmente VALE3) e os vendedores chegaram a -R$ 344 MM (Morgan Stanley -150), restando um saldo comprador de +R$ 170 MM, apesar da baixa no índice.

Abertura

Os mercados continuam a mercê de grandes especulações de curtíssimo prazo em cima da situação europeia: a cada dia, um novo alvo de fofocas, desvalorização de títulos de dívida, com eternas críticas a tudo que vai sendo feito pelas autoridades, que nunca é apropriado ou suficiente; logo a seguir, aparecem esperanças, repiques etc. e o carrossel prossegue...No Japão, o Nikkei225 ainda ganhou 0,19%, na Europa, o Stoxx50 vai recuando 1,6% e nos estados Unidos, o futuro do S&P500 está caindo 0,6%, até agora. O dólar ficou mais forte entre as moedas e isso e mais o pessimismo do momento abate a maioria das comodities. Por aqui, a Bovespa fechou com pequena alta, compensando a alta externa no feriado, com volume na média e grande saldo vendedor das corretoras internacionais. No aluguel de ações, os saldos de Petrobrás dispararam ainda mais (dobraram da semana passada para esta...), o que certamente tem a ver com o vencimento das opções na segunda-feira próxima, ainda que de forma nunca esclarecida.... A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de -49 para -53 mil contratos. A posição vendida dos não residentes no futuro de dólar passou de -17 para -16 mil contratos. No pré pregão, o futuro Dezembro opera em baixa de 0,7%.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Futuro do Ibovespa


O índice abriu e operou em alta até o início da tarde e depois se acomodu, para fechar praticamente zeradoi O volume chegou a 81 mil cts e os indicadores fizeram o mesmo que a cotação, para cima e para baixo. Mercado indefinido.

Corretoras internacionais (final do dia)

Com volume geral um pouco melhor, o grupo esteve mais na venda, com saldos vendedores de -R$ 219 MM (Hedging Griffo -71), enquanto que os parcos saldos compradores não passaram de +R$ 47 MM, restando um saldo vendedor de -R$ 172 MM.

Abertura

Ontem, houve um módico repique dos mercados, seguindo-se ao agora habitual “humor de ressaca” das segundas-feiras; hoje, a tendência parecia que iria prosseguir, mas algumas declarações isoladas de autoridades europeias trouxeram desconforto e por enquanto as cotações voltaram a baixar: no Japão, o Nikkei225 perdeu ),92%, na Europa, o Stoxx50 estabilizou, depois de operar em alta desde a abertura e nos Estados Unidos, o futuro do S&P500 está perdendo 0,8%, até o momento. O euro volta a cair e entre as comodities, apenas os produtos do agronegócios mostram firmeza, além do petróleo que vai beliscando os US$ 100/barril (WTI). Por aqui, a Bovespa fechou na segunda com leve baixa, com um dos menores volumes dos últimos tempos e pequeno saldo vendedor das corretoras internacionais. No aluguel de ações, os saldos de Petrobrás dispararam. A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de -54 para -49 mil contratos. A posição vendida dos não residentes no futuro de dólar passou de -19 para -17 mil contratos. No pré pregão, o futuro Dezembro opera em baixa de 0,3%.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Futuro do Ibovespa


Num dia de volume baixo (47 mil cts), o índice abriu e ficou em baixa, flutuando de lado, em cima da média móvel de 21 barras. Os indicadores ficaram de lado também. Mercado indefinido.

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