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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Abertura

Sob a forte pressão atual de vendedores de curto prazo, o mercado americano viu reverter ontem uma boa alta inicial para baixa, no final do pregão; aparentemente, havia insiders quanto à extraordinária revelação feita agora de que o PIB americano recuou 6,2% no ultimo trimestre de 2008 e não os 3,8% inicialmente estimados...Os futuros estão com queda em torno de 2% neste momento. No Japão, mesmo
Com a notícia de um grande queda na produção industrial, o Nikkei225 subiu 1,48% e na Europa, o Stoxx5o segue o mercado americano e vai perdendo 2,55%. Entre as moedas e as comodities, ainda nenhuma alteração relevante em relação á ontem. Por aqui, a Bovespa continua com volume fracos e ontem esteve firme, com as corretoras internacionais mais na compra; o aluguel de PETR4 teve redução significativa, mas o de VALE5 segue aumentando cada vez mais. No pré-pregão, com enorme volume de 15 mil contratos (há muito tempo não se vê tal volume...), o Fut. Abril está com queda de 3%, valendo lembrar que a notícia do PIB americano é impactante, mas se refere ao passado...

2 comentários:

Unknown disse...

Prof Jayme, me parece que o Ibovespa resiste à perda da reta de suporte de alta, mas ainda não está afastada a possibilidade de que isto aconteça e seja seguido de novas manifestações baixistas. A situação neste momento está um pouco tumultuada pelas irregulares oscilações do mercado norte-americano, mas como o Índice Dow Jones não apresenta configurações que revertam sua trajetória negativa (pelo contrário, parece estar desenvolvendo uma Bandeira de Baixa), esta deve acabar prevalecendo e possivelmente nos arrastará até as projeções de 35.700 e 34.100 pontos, o Sr concorda com tal analise ou ha alguma contradicao nessa analise?

GHITNICK disse...

Nunca está afastada nenhuma possibilidade no mercado. O Dow Jones não é representativo do mercado americano, o S&P500 sim, mas nosso mercado é descolado deles, e ultimamente de forma gritante. Creio que estamos numa Onda IV e em pleno repique intermediário, o que deve ocupar boa parte deste ano. Imagino que o mínimo de toda a Onda já ocorreu em outubro passado, mas tudo é possível, especialmente em prazos curtos.

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