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terça-feira, 12 de novembro de 2013

Abertura

Os mercados asiáticos continuam animados com o noticiário sobre a China e com a firmeza do dólar entre as moedas (que aumenta a competitividade dos produtos da região), tanto que o Nikkei225 ganhou 2,24% numa sessão movimentada. Na Europa, o Stoxx50 está em baixa de 0,3% e nos Estados Unidos, o futuro do S&P500 perde 0,2%, até agora. Entre as comodities, não há maiores alterações. Por aqui, o Ibovespa fechou em alta, com volume muito abaixo da media de outubro e com pequeno saldo comprador das corretoras internacionais. No aluguel de ações líderes, todos os saldos recuaram, salvo o de PETR4. A posição comprada dos investidores não residentes no futuro de dólar passou de +142 mil para +139 mil contratos, apesar da alta do mercado à vista. A posição comprada dos investidores estrangeiros no futuro do índice Dezembro passou de 13 mil para 15 mil contratos. No pré pregão, o futuro Dezembro tem baixa de 0,4%.

3 comentários:

Ro disse...

Qual o efeito da autosuficência americana em óleo e gás p/ o Brasil e p/ a PETRO?

Gracías!

renato disse...

quem realmente quer ser sócio de uma empresa dessas, onde a determinação dos preços não é feita pela economia de mercado, mas por uma cabeça-pensante (ou "burrante", como queiram...) ?

"... Embora considere "excelente" o resultado obtido por Graça na petroleira, Dilma também decidiu que o "gatilho" não será exatamente como quer a Petrobrás, atrelado a cotações internacionais do petróleo e a fórmulas complexas de indexação a produtos no exterior.

O País não pode, segundo a avaliação do Palácio do Planalto, "importar" inflação derivada da flutuação das cotações e da instabilidade típicas do mercado de petróleo. O uso do câmbio como indexador dos preços internos também é considerado potencialmente perigoso pelo governo. A ideia é que o efeito das oscilações do petróleo e do dólar sejam calibrados...."


fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-brasil,contra-a-vontade-de-mantega-dilma-da-aval-a-gatilho-para-preco-da-gasolina,169171,0.htm

GHITNICK disse...

Não é evento que afete o Brasil, cujo rumo está traçado, pode afetar os principais atuais fornecedores dos Estados Unidos .

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