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terça-feira, 3 de julho de 2018

Abertura e resenha

Nas últimas duas semanas, os mercados se sustentaram, apesar do intenso noticiário diário sobre guerra comercial, envolvendo as principais potências; os juros andaram baixando, o petróleo subiu e o ouro cedeu, enquanto o dólar marcou um topo e vem cedendo ligeiramente, entre as moedas. Junho foi um mês fraco para a maioria das comodities, trazendo dúvidas sobre a evolução do comércio mundial. Hoje,, no Japão, o Nikkei225 perdeu 0,12%, na Europa, o Stoxx50 avança 1,23% e nos Estados Unidos, o futuro do S&P500 sobe 0,40%, até agora. Por aqui, totalmente dependente do andamento das eleições, o mercado vem tentando formar um fundo temporário, terminando o semestre andando de lado, apesar de fortíssima pressão de venda dos investidores estrangeiros, resultando em puxada no dólar; ontem, o fechamento foi em ligeira alta, mas houve mais baixas do que altas, com baixo volume devido ao jogo do Brasil, muito abaixo da média de junho, que foi de R$ 13,014 BB. A posição compradora dos investidores não residentes no futuro do dólar passou de 281 mil para 127 mil contratos, nas últimas duas semanas, caindo bem na virada do mês. A posição compradora dos investidores estrangeiros no futuro do Ibovespa passou de 85 mil para 118 mil contratos, no período. No pré pregão, o futuro Junho opera em alta de 0,55%.

2 comentários:

Pedro Leite disse...

Bem vindo!!!

renato disse...

Então ... se esse mercado ficr andando de lado até as eleições.. estará se configurando um apadrão O-C-O dificil de nao ser acionado ...

Enquanto isso .,.. os FII micando à luz da manutanção (a até alta) da taxa SELIC... o que um tem a ver com o outro, eu sinceramente não sei ... vide os REITs lá fora.

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