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quarta-feira, 14 de maio de 2008

Abertura

Vai crescendo o consenso de que o pior da crise financeira já passou e isso vai melhorando a perspectiva da economia mundial. Em conseqüência, sobem os juros no mercado aberto americano, imaginando-se de que estaria encerrada a temporada de cortes na taxa básica. Isso fortalece o dólar entre as moedas e começa a enfraquecer as comodities em geral. No Japão, uma maior flutuação do yen animou os setores exportadores e mesmo assim a alta de 1,18% do Nikkei225 foi puxada por mineradoras. Na Europa, as mineradoras também estão firmes, mas até o momento o Stoxx50 opera em torno da estabilidade. Nos Estados Unidos, ontem os índices estiveram relativamente estáveis e hoje o futuro do S&P500 está com alta de 0,3% até agora. Por aqui, a Bovespa marcou ontem novos topos, basicamente por conta da Petrobrás, uma vez que a maioria das ações esteve em baixa. No pré-pregão, o Fut. Junho vai subindo em torno de 0,2% com poucos negócios.

terça-feira, 13 de maio de 2008

Fechamento (futuro)


O índice abriu com boa alta, logo corrigida. No restante do pregão, a oscilação foi pequena e basicamente lateral. Os indicadores vieram para baixo de suas médias no começo da acomodação e depois até melhoram um pouco, ainda que man6t5endo-se abaixo dessas médias. Isso deixa o mercado indefinido para amanhã.

Corretoras internacionais, às 14:45 h


O saldo do grupo é comprador, pequeno. Destaques na compra: Deutsche Bank, Merrill Lynch e Credit Suisse e na venda Hedging Griffo.

Abertura

O dólar segue mais firme entre as moedas, mas as comodities estão se movimentando mais em função de seus próprios mercados: metais sobem, metais preciosos e petróleo recuam, alimentos estáveis. No Japão, o Nikkei225 perdeu 1,53% e na Europa, o Stoxx50 das blue chips está em baixa de 0,6%, nos dois casos em função de alguns resultados de empresas que decepcionaram. Nos Estados Unidos, o dia de ontem foi bem firme, mas hoje o futuro do S&P500 vai recuando cerca de 0,3%. Por aqui, a Bovespa operou com volume médio e voltou a subir, encostando outra vez nos máximos recentes (o Ibovespa fechou em nível recorde...). No pré-pregão de hoje, o Fut. Junho vai ganhando perto de 0,4% . A Petrobrás apresentou um resultado muito acima das expectativas, em receitas e lucro líquido (p/l 15), o mesmo acontecendo com a Gerdau (p/l 10).

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Fechamento (futuro)


O índice esteve em alta por todo o pregão e os indicadores seguiram essa movimentação, operando todo o tempo acima de suas médias móveis. O final foi em cima da linha dos topos mais recentes que, se superada, deve levar a novos máximos.

Corretoras internacionais, às 14:30 h



Pequeno saldo comprador para o grupo, os destaques sendo Deutsche Bank na compra e Credit Suisse na venda.

Abertura

Ainda que não tenham ocorrido alterações importantes nem entre as moedas nem nas comodities em geral, as ações de companhias envolvidas com estas últimas estão sendo o centro de atenções nos mercados globais: isso ocorreu no Japão (Nikkei225 + 0,64%) e vai ocorrendo também na Europa (Stoxx50 + 0,45%), até agora. Já nos Estados Unidos, onde a semana terminou com um pregão mais fraco, o futuro do S&P500 está com movimentação um pouco menor, subindo cerca de 0,2% até o momento. Por aqui, a Bovespa voltou a operar com volume mais baixo na sexta-feira, com flutuação praticamente estável. No pré-pregão, o Fut. Junho vai ganhando em torno de 0,5%, com poucos negócios. Hoje são aguardados os resultados de Gerdau (a qualquer momento) e Petrobrás (no fim do dia), sendo que para esta, a expectativa média é de um lucro líquido por volta de R$ 5 bilhões, melhor do que em igual período de 2007.

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