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quinta-feira, 20 de maio de 2010
Corretoras internacionais, 12:56h
O grupo ainda mantem saldo comprador de cerca de +R$ 75 MM, apesar do saldo negativo do maior vendedor de ontem, Deutsche Bank.
Corretoras internacionais, 11:01h
O grupo está na compra, por um valor alto para o horário, cerca de +R$ 70 MM.
Abertura
O nervosismo continua dominando os mercados, na medida em que os urubus divulgam profecias sinistras sobre o euro e os especuladores exploram as vacilações das autoridades internacionais, que ainda não seguiram o exemplo da Alemanha, colocando freios nas operações predatórias: no Japão, o Nikkei225 caiu 1,54%, na Europa, em seguida a um dia muito fraco, o Stoxx50 vai perdendo 2,1% e nos Estados Unidos, onde o dia ontem foi relativamente mais calmo, o futuro do S&P500 vai perdendo 1,5%, depois de um overnight bem melhor. O euro volta a enfraquecer entre as moedas e as comodities apresentam ajustes negativos, expressivos em alguns casos (metais preciosos). Por aqui, por mais que se continue a divulgar estatísticas favoráveis sobre a economia (PIB, emprego, vendas no varejo, produção industrial), a atuação dos especuladores de curtíssimo prazo continua tentando provocar o pânico e lucrar com isso, importando preocupações dos outros que não nos atingem: a Bovespa teve forte baixa ontem, com grande volume e um surpreendente saldo comprador das corretoras internacionais (+ 92 MM). Os aluguéis de ações aumentaram novamente em Petrobrás. A posição dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou a ser vendida: passou de +3 para - 3 mil contratos. A posição comprada dos mesmos investidores no dólar futuro aumentou de +32 para + 39 mil contratos. No pré-pregão, o Fut. Junho opera em forte baixa de -2,3%, com volume de 6,1 mil contratos.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Futuro do Ibovespa

Abrindo com pequeno gap para baixo, o índice seguiu perdendo valor até o meio da tarde, apresentando alguma recuperação na hora final. O volume foi muito alto (131 mil contratos) e os indicadores novamente vinham caindo menos, chegando inclusive em zona de mercado sobrevendido e sinalizando repique no final.
Corretoras internacionais (fim do dia)
Com alguns destaques em cada ponta, o dia foi regularmente movimentado: os saldos credores chegaram a +R$ 340 MM (Pactual +230, Goldman Sachs +101) e os saldos vendedores somaram -R$ 248 MM (Deutsche Bank -162), ficando um saldo comprador de +R$ 96 MM.
Corretoras internacionais, 14:11h
Ao contrário do que se poderia supor, esta turma está na compra, por cerca de +R$ 80 MM até agora.
Abertura
Severas medidas contra as vendas a descoberto de ações, títulos de dívida etc., decretadas pela Alemanha ontem à noite, derrubaram o final do mercado americano e do nosso , o euro e as comodities. Hoje o processo prossegue: na Europa, onde os índices terminaram ontem com forte alta, temos baixa de 2,8% do Stoxx50, até agora. Na Ásia, o impacto foi bem menor, o Nikkei225, no Japão, perdeu 0,54%. Nos Estados Unidos, o futuro do S&P500 vai caindo -0,6% e o euro e as comodities seguem bem fracos. A reação é irracional, como de hábito, porque além de temporária (um ano, mais ou menos), a medida era reclamada pela maioria e, teoricamente, obriga à cobertura por parte dos vendidos, sem permitir que eles continuem pressionando o mercado. Isso era o que vinha acontecendo, uma corrente da infelicidade, em que a força dos especuladores desafiava as autoridades regulamentadoras. No processo, ficam talvez atingidas operações legítimas de hedge, o que pode diminuir a liquidez dos mercados, mas esse é um preço a ser pago. Resta ver se os demais países têm a mesma coragem... Por aqui, a Bovespa acabou despencando no fechamento de ontem, por conta das baixas gerais, ainda que com uma surpreendente atuação neutra das corretoras internacionais (saldo vendedor de –R$ 16 MM). Os aluguéis de ações aumentaram em geral mais em Petrobrás. A posição comprada por investidores estrangeiros no futuro do índice caiu em de +8 para apenas + 3 mil contratos. A posição comprada dos mesmos investidores no dólar futuro aumentou de +21 para + 32 mil contratos. No pré-pregão, o Fut. Junho opera em baixa de 0,9%, com volume enorme de 11,2 mil contratos, mas abriu mais fraco ainda.
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