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quarta-feira, 23 de maio de 2012
Abertura
Após quase dois dias inteiros de bom humor, os mercados retomaram o pessimismo quando no fechamento de ontem, uma declaração qualquer de um líder grego trouxe pretexto para especulações; além disso, um mau resultado da Dell Computers, acompanhado de uma sombria perspectiva desenhada pela empresa. Para culminar, o Banco do Japão não afrouxou sua política monetária, ao contrário do que muitos esperavam. Por conta de tudo isso, o Nikkei225 perdeu 1,98% (e houve outras baixas na Ásia, mas o yen subiu bem), o Stoxx50 europeu vai perdendo 1,9% e o futuro do S&P500, nos Estados Unidos, está caindo 0,7%, até o momento. O euro enfraqueceu ainda mais entre as moedas, ajudando a queda que vai acontecendo com a maioria das comodities. Por aqui, a Bovespa teve forte baixa, no atual ritmo de montanha russa do faroeste provocado pelos absurdos giros que estão sendo realizados, sob a complacência das autoridades. O volume esteve pouco acima da média de abril e houve saldo comprador das corretoras internacionais, por conta de uma grande operação com Bradesco on. No aluguel das ações líderes, todos os saldos recuaram. A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice permaneceu em -14 mil contratos. A posição dos não residentes no futuro de dólar passou de vendida em -18 para comprada em + 12 mil contratos, acompanhando a alta no mercado spot. No pré pregão, o futuro Junho vai perdendo 0,5%.
terça-feira, 22 de maio de 2012
Futuro do Ibovespa
O índice abriu em alta, ensaiando esticar o repique de ontem, mas a alta havia sido forte e, hoje, não se sustentou, devolvendo boa parte daqueles ganhos. O volume seguiu alto (137 mil cts) e os indicadores despencaram para baixo de suas médias móveis. Mercado indefinido.
Corretoras internacionais (final do dia)
O dia teve volumes modificados pela volta de um giro com 15 MM de BBDC3 (vendendo BES e comprando Citi) e por uma expressiva e generalizada recompra da Morgan Stanley, a maior vendedora recente. Os saldos compradores somaram +R$ 839 MM (Citi +400, Morgan Stanley +361) e os saldos vendedores chegaram a -R$ 651 MM (BES -373), restando um saldo comprador de +R$ 188 MM.
Abertura
O otimismo continua prevalecendo nos mercados, mas nada mudou na situação que tanto pânico provocou na semana passada. No Japão, o Nikkei225 ganhou 1,10%, na Europa, o Stoxx50 vai subindo 1,2% e nos Estados Unidos, o futuro do S&P500, tem alta de 0,3%, até agora. As moedas se estabilizaram e a maioria das comodities também. Por aqui, a Bovespa teve nova alta, muito forte, reforçando a lenda de que os dias de vencimentos de opções podem ser estranhos...O volume esteve bem acima da média de abril (exercícios pequenos, em torno de R$ 2,995 BB) e grande saldo comprador das corretoras internacionais. No aluguel das ações líderes, subiram levemente os saldos de VALE5 e o de PETR3. A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice ficou em -14 mil contratos. A posição vendida dos não residentes no futuro de dólar passou de -7 para -18 mil contratos. No pré pregão, o futuro Junho vai ganhando 0,5%.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Corretoras internacionais (final do dia)
Os saldos compradores somaram +R$ 580 MM (JPMorgan +218) e os saldos vendedores chegaram a -R$ 353 MM (Goldman Sachs -273) ficando um saldo comprador de +R$ 228 MM.
Abertura
A segunda-feira começa de maneira diferente do habitual, com algum otimismo, possivelmente devido ao quase pânico que dominou os mercados na semana passada. De concreto, nada de novo, apenas os mesmos assuntos. No Japão, o Nikkei225 subiu 0,26%. Na Europa, o Stoxx50 está com pequeno repique de 0,2%, enquanto que o futuro do S&P500, nos Estados Unidos, vai ganhando 0,5%, até agora. O dólar segue devolvendo parte dos seus ganhos recentes e a maioria das comodities apresentas pequenos ganhos. Por aqui, a Bovespa teve afinal uma alta, depois de oito baixas, com volume mais uma vez bem acima da média de abril e pequeno saldo comprador das corretoras internacionais. No aluguel das ações líderes, subiram levemente os saldos de Vale e os da Petrobrás diminuíram mais um pouco. A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de -13 para -14 mil contratos, apesar do enorme volume geral. A posição vendida dos não residentes no futuro de dólar passou de -18 para -7 mil contratos. No pré pregão, o futuro Junho vai ganhando 0,3%, no dia do vencimento das opções de maio.
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