A forte queda de ontem, em quase todos os mercados, teve várias explicações esfarrapadas, mas no fundo era a manobra de sempre, para tentar conseguir melhores taxas no grande leilão de títulos de longo prazo italianos, realizado hoje, há alguns momentos. Resultado: o terrorismo de nada adiantou, o leilão foi um sucesso (cerca de 7 bilhões de euros) numa taxa média de pouco mais de 3% a.a. (vs 6% no mês passado e comparados aos absurdos 11% a.a. daqui, onde não há crise...Isso demonstra como a mídia está a serviço dessas e de outras especulações e como são falsas as análises terroristas. No Japão, o Nikkei225 perdeu 0,29% e na Europa (Stoxx50) e nos Estados Unidos (futuro do S&P500), os índices vão subindo cerca de 0,3%, até agora. O euro segue caindo a novos mínimos e as comodities apresentam maioria de ajustes negativos, especialmente os metais preciosos. Por aqui, a Bovespa sempre com volume reduzido, seguiu com exageros a baixa internacional, com saldo vendedor das corretoras internacionais. No aluguel de ações, os saldos recuaram bastante, salvo o de VALE5, que teve leve aumento. A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de -28 para -37 mil contratos. A posição comprada dos não residentes no futuro de dólar passou de + 18 para + 27 mil contratos. No pré pregão, o futuro Fevereiro opera com alta de 0,4%, desfazendo outro monte de mentiras e previsões furadas, o IGP-M de dezembro teve deflação de -0,12% (+5,1% em 2011) e subiu a confiança da indústria e dos consumidores...