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quarta-feira, 16 de maio de 2012
Futuro do Ibovespa
O índice novamente abriu com gap de alta e não conseguiu sustentar o repique, cedendo até o meio da tarde e melhorando levemente nas horas finais. O volume voltou a ser muito alto (183 mil cts) e os indicadores persistem divergindo de forma altista, caindo menos e até melhorando no final, a partir de valores baixos.
Corretoras internacionais (final do dia)
Os saldos compradores somaram +R$ 156 MM (Citi +101, tem sido grande comprador há dias...) e os saldos vendedores chegaram a -R$ 430 MM (Credit Suisse -111), ficando um saldo vendedor de -R$ 274 MM.
Petrobrás
Apesar da continuada campanha difamatória e ainda com aumento pequeno na produção (2% no trimestre), retomou o ritmo de lucro que leva a um L/A de R$ 3,00 anuais, mais ou menos. O lucro, bem acima das expectativas divulgadas, superou em cerca de 80% o resultado dos dois trimestres anteriores, mas a mídia prefere registrar que caiu 16% em relação ao igual período do ano anterior...
Abertura
Não há maiores novidades no noticiário e os mercados, cuja tentativa de repique ontem não prosperou, voltam a ensaiar alguma reação: no Japão, o Nikkei225 caiu 1,12%, mas na Europa, o Stoxx50 vai ganhando 0,2% e nos Estados Unidos, o futuro do S&P500 vai subindo 0,3% até agora. O dólar é a única moeda firme, mesmo o yen está cedendo hoje. As comodities estão mais ou menos na mesma. Por aqui, a Bovespa teve a sexta baixa, forte outra vez, o que começa até a aparecer em jornais; o volume esteve bem acima da média de abril e houve saldo vendedor das corretoras internacionais. No aluguel das ações líderes, os saldos de Petrobrás dispararam ainda mais. A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice estacionou em -11 mil contratos, mas o volume foi recorde (190 mil contratos), revelando a absurda especulação reinante. A posição vendida dos não residentes no futuro de dólar passou de -23 para -8 mil contratos. No pré pregão, o futuro Junho repica 0,9%, como continuaram a sinalizar indicadores intraday.
terça-feira, 15 de maio de 2012
Futuro do Ibovespa
O índice teve alta inicial de pouca duração, cedendo aos poucos pela fraqueza de alguns setores, que depois se generalizou. O volume foi recorde, 190 mil cts e os indicadores, em valores baixos, novamente cairam menos, mantendo-se em divergência altista.
Corretoras internacionais (final do dia)
Os saldos compradores somaram +R$ 150 MM (Credit Suisse +58) e os saldo vendedores chegaram a -R$ 268 MM (Morgan Stanley -108), restando um saldo vendedor de -R$ 118 MM.
Abertura
Após os graves temores de ontem, os mercados apresentam repique modesto hoje, alegadamente a partir de um mínimo crescimento de 0,5% no PIB alemão do trimestre anterior, mas provavelmente reparando parte dos exageros cometidos. No Japão, o Nikkei225 perdeu 0,81% inclusive porque no atual tumulto, o yen anda muito firme, como refúgio de segurança. Na Europa, o Stoxx50 vai ganhando 0,5%, sem solução à vista para a Grécia, o que mantém fraco o euro. Nos Estados Unidos, o futuro do S&P500 vai repicando ainda mais forte, cerca de 0,7% até agora. As comodities também apresentam modesto repique, em geral. Por aqui, a Bovespa teve uma das maiores baixas de ontem (o Real também, entre as moedas...), atingindo cinco dias de queda seguidos, com volume ainda abaixo da média de abril e um surpreendente pequeno saldo comprador das corretoras internacionais. No aluguel das ações líderes, os saldos de Petrobrás dispararam, a PETR3 de 37 para 60 MM e a PETR4 de 135 para 188 MM, o que costuma acontecer em torno do vencimento das opções, ainda mais sendo hoje a divulgação do resultado trimestral. A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de - 7 a -11 mil contratos, mesmo que o volume diário se mantenha acima de 100 mil contratos. A posição vendida dos não residentes no futuro de dólar passou de -9 para -23 mil contratos. No pré pregão, o futuro Junho repica 1%, como sinalizaram ontem os indicadores intraday.
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